Operadoras originais do E-Jet evitam a transição para o E2
A Embraer idealizou um plano de sucessão no qual os operadores do E-Jet original migrariam naturalmente para a família E2, mais eficiente e moderna. A KLM Cityhopper representa um dos casos de clientes que seguiram essa trajetória de renovação de frota conforme o previsto pela fabricante brasileira.
Air Data News1 min de leitura
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A Embraer idealizou um plano de sucessão no qual os operadores do E-Jet original migrariam naturalmente para a família E2, mais eficiente e moderna. A KLM Cityhopper representa um dos casos de clientes que seguiram essa trajetória de renovação de frota conforme o previsto pela fabricante brasileira.
Contudo, diversas companhias que estrearam o E-Jet nos anos 2000 optaram por caminhos distintos, recorrendo a aeronaves concorrentes como o Airbus A220 ou mantendo suas frotas atuais por mais tempo. A adesão aquém do esperado ao programa E2 tem impacto direto nos resultados da divisão de aviação comercial da Embraer, peça-chave do setor aeroespacial brasileiro.
O tema é de alta relevância para o Brasil, pois envolve diretamente a Embraer, maior fabricante de aeronaves da América Latina. A baixa migração de clientes para o E2 afeta o desempenho comercial da empresa e a geração de empregos e divisas no parque industrial brasileiro.
Publicado originalmente por Air Data News, disponível em https://www.airdatanews.com/why-so-many-original-e-jet-customers-never-made-the-jump-to-the-e2/


