Voo da Wizz Air é desviado para Budapeste após ameaça de bomba
O voo 4302 da Wizz Air, que seguia do aeroporto de Londres-Luton para Sófia, na Bulgária, foi desviado para Budapeste após uma ameaça de bomba recebida durante a viagem. A aeronave pousou com segurança no Aeroporto Internacional Ferenc Liszt, onde recebeu escolta de um caça das Forças de Defesa da Hungria. Depois do desembarque em uma área protegida, equipes policiais e antiterrorismo realizaram buscas no avião e nas bagagens. Nenhum objeto suspeito ou perigoso foi localizado, e as autoridades húngaras mantiveram a investigação sobre a origem da ameaça.
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O voo 4302 da Wizz Air, que seguia do aeroporto de Londres-Luton para Sófia, na Bulgária, foi desviado para Budapeste após uma ameaça de bomba recebida durante a viagem. A aeronave pousou com segurança no Aeroporto Internacional Ferenc Liszt, onde recebeu escolta de um caça das Forças de Defesa da Hungria. Depois do desembarque em uma área protegida, equipes policiais e antiterrorismo realizaram buscas no avião e nas bagagens. Nenhum objeto suspeito ou perigoso foi localizado, e as autoridades húngaras mantiveram a investigação sobre a origem da ameaça.
O Airbus A321neo decolou de Luton às 8h33, no horário local, com chegada a Sófia prevista para 13h25. Em vez disso, pousou em Budapeste às 12h09, após a tripulação seguir os procedimentos de segurança aplicáveis ao caso. A aeronave foi direcionada para uma posição isolada do aeroporto, enquanto os passageiros foram retirados e levados para uma área segura do terminal. A operação alterou temporariamente a utilização da pista 31R, que foi fechada para permitir o atendimento ao avião, com o tráfego transferido para a pista 31L.
A Wizz Air informou que o desvio ocorreu depois que a ameaça foi comunicada em pleno voo. Segundo a companhia, o pouso em Budapeste foi realizado de acordo com os protocolos e procedimentos de segurança, antes que as autoridades assumissem a condução da inspeção da aeronave e dos passageiros. A empresa declarou que continua colaborando com os órgãos responsáveis e que a segurança dos passageiros e da tripulação permanece como prioridade. O material disponível não registra feridos nem aponta qualquer interrupção prolongada das operações da companhia além do desvio e das verificações realizadas em solo.
A resposta húngara incluiu o acionamento de um caça Saab Gripen para acompanhar o avião até o pouso. A escolta foi confirmada pelo ministro da Defesa da Hungria, Romulusz Ruszin-Szendi, que afirmou que a aeronave militar acompanhou o voo com sucesso e depois retornou à base aérea de Kecskemét. A instalação é descrita como a principal base militar do país e abriga sua força de caças. O emprego do Gripen ocorreu como parte da resposta de segurança ao incidente, sem indicação, no material fornecido, de que tenha sido identificado um risco adicional durante a aproximação ou o pouso.
Após a imobilização do avião, agentes de segurança e especialistas em desativação de explosivos examinaram a cabine e o compartimento de carga. A inspeção não encontrou bombas, materiais perigosos ou outros itens considerados suspeitos. A ameaça foi tratada pelas autoridades como falsa, embora a investigação sobre sua procedência ainda estivesse em andamento. A liberação do Airbus A321neo ocorreu somente depois da conclusão das verificações necessárias, seguindo a sequência de isolamento da aeronave, retirada dos ocupantes e inspeção detalhada pelas equipes competentes.

