Saudia lidera cabines executivas do Airbus A321XLR
O Airbus A321XLR foi projetado para operar rotas de longo curso com menor demanda, combinando custos de aeronave de corredor único com alcance suficiente para serviços intercontinentais. Segundo o material, o modelo consome menos combustível que aeronaves maiores, como o Boeing 787 e os Airbus A350, A330 e A330. Embora o avião seja menor que um widebody, companhias aéreas vêm instalando assentos executivos-cama, alguns com acesso direto ao corredor e portas de privacidade. Entre as cinco empresas destacadas, a Saudia possui a maior cabine executiva, com 24 suítes, seguida por American Airlines e United Airlines, com 20 assentos cada.
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O Airbus A321XLR foi projetado para operar rotas de longo curso com menor demanda, combinando custos de aeronave de corredor único com alcance suficiente para serviços intercontinentais. Segundo o material, o modelo consome menos combustível que aeronaves maiores, como o Boeing 787 e os Airbus A350, A330 e A330. Embora o avião seja menor que um widebody, companhias aéreas vêm instalando assentos executivos-cama, alguns com acesso direto ao corredor e portas de privacidade. Entre as cinco empresas destacadas, a Saudia possui a maior cabine executiva, com 24 suítes, seguida por American Airlines e United Airlines, com 20 assentos cada.
A Iberia aparece na quinta posição, com 14 assentos executivos em seus A321XLR. A companhia foi a operadora de lançamento global do modelo e realizou o primeiro voo comercial do tipo em 6 de novembro de 2024, entre Madri e Paris. O primeiro serviço de longo curso ocorreu em 14 de novembro, de Madri para Boston. A empresa opera oito unidades, configuradas com 182 assentos, e utiliza o avião em rotas para cidades como Toronto, Boston, Nova York, Washington-Dulles, Santo Domingo, San Juan, Recife e Fortaleza. A cabine executiva emprega o Thompson VantageSOLO, em configuração espinha de peixe, mas sem portas deslizantes e sem a opção diferenciada na primeira fileira oferecida por algumas concorrentes.
A Aer Lingus ocupa a quarta posição, com 16 assentos executivos em cada A321XLR. A empresa opera seis unidades do modelo, que complementam oito A321LR e formam uma frota de 14 aeronaves A321neo de longo alcance com assentos-cama. A configuração total tem 184 lugares e utiliza o Thompson Vantage, em disposição escalonada. O produto inclui três fileiras com quatro assentos lado a lado e duas fileiras com poltronas individuais, conhecidas como “throne seats”, mas não oferece acesso direto ao corredor em todos os lugares. Os A321LR da companhia têm a mesma configuração executiva, enquanto os XLR contam com cabine Airspace, telas maiores e assentos Recaro mais recentes na cabine econômica.
A United Airlines e a American Airlines instalaram 20 assentos executivos em seus A321XLR, mas adotaram estratégias operacionais distintas. A United recebeu suas primeiras aeronaves e pretende utilizá-las para substituir os Boeing 757 em rotas transatlânticas de menor densidade. A configuração inclui suítes Polaris baseadas no Elevate Altitude, em espinha de peixe, com portas de privacidade, além de 12 assentos Premium Plus. O avião tem 150 lugares e começou em serviços domésticos antes da expansão transatlântica prevista para rotas a partir de Washington-Dulles. A American, por sua vez, utiliza suítes Flagship baseadas no Collins Aerospace Aurora e emprega seus A321XLR tanto em ligações transatlânticas quanto transcontinentais. A empresa prevê uma frota de 40 unidades.
A Saudia lidera o ranking com 24 suítes executivas em seus A321XLR, que têm configuração semelhante à dos A321LR da JetBlue. A companhia encomendou 15 aviões, recebeu as primeiras unidades e utiliza o modelo em rotas de menor demanda para destinos como Maldivas, Maurício e cidades europeias, partindo de Jidá e Riade. O produto também utiliza o Thompson VantageSOLO, mas inclui portas de privacidade e uma seção executiva diferenciada na primeira fileira. Não há cabine Premium Economy nessa configuração. O material relaciona a expansão do A321XLR à estratégia saudita de ampliar a conectividade internacional sem recorrer necessariamente a aeronaves widebody em mercados que ainda não justificariam esse investimento.


