Modernização de US$ 2,6 bilhões reforça papel de SFO no Pacífico
O Aeroporto Internacional de São Francisco (SFO) está passando por uma modernização e expansão de US$ 2,6 bilhões no Terminal 3, com conclusão prevista para o outono de 2027. O projeto inclui reforço contra terremotos, ampliação do controle de segurança, novas áreas comerciais e cerca de 200 mil pés quadrados adicionais. Também estão previstos três portões compatíveis com aeronaves de fuselagem larga, capazes de apoiar voos internacionais de longo curso. A obra é financiada e administrada pelo próprio aeroporto, por meio de receitas operacionais, títulos e mecanismos tradicionais de financiamento de capital, e não diretamente pela United Airlines.
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O Aeroporto Internacional de São Francisco (SFO) está passando por uma modernização e expansão de US$ 2,6 bilhões no Terminal 3, com conclusão prevista para o outono de 2027. O projeto inclui reforço contra terremotos, ampliação do controle de segurança, novas áreas comerciais e cerca de 200 mil pés quadrados adicionais. Também estão previstos três portões compatíveis com aeronaves de fuselagem larga, capazes de apoiar voos internacionais de longo curso. A obra é financiada e administrada pelo próprio aeroporto, por meio de receitas operacionais, títulos e mecanismos tradicionais de financiamento de capital, e não diretamente pela United Airlines.
A United mantém em SFO um de seus principais centros de conexão e está presente no aeroporto desde 1985, quando comprou a divisão do Pacífico da Pan Am por US$ 750 milhões. Segundo a ficha oficial do aeroporto mencionada no material, a companhia responde por aproximadamente 48% da participação total em SFO, enquanto a Delta aparece com 7,6%. Alaska Airlines, American Airlines e Southwest Airlines também competem no mercado local. Embora a United não detenha uma maioria absoluta, sua vantagem sobre a segunda maior companhia é descrita como significativa.
A remodelação ocorre enquanto o aeroporto ajusta temporariamente suas operações. Os balcões do lado oeste do Terminal 3 foram fechados, e passageiros da United que utilizam os portões D e E devem fazer o check-in no Terminal 2; para os portões F, permanecem disponíveis os balcões do lado leste do Terminal 3. A estação do AirTrain no Terminal 3 ficará fechada até 2027, embora as estações conjuntas dos Terminais 2 e 3 continuem abertas. O lounge Centurion da American Express foi transferido para o Terminal 2, enquanto os carrosséis de bagagem de número 1 a 3 permanecem indisponíveis na área de desembarque.
Outras mudanças afetam o acesso terrestre e as conexões entre terminais. As portas de chegada de 4 a 12 são usadas para embarque de passageiros, com menor congestionamento esperado próximo às portas 10 a 12. Os trajetos a pé até o Terminal Internacional e o sistema BART foram alterados para áreas externas, enquanto passarelas provisórias permitem circular entre os terminais depois do controle de segurança. Passageiros em conexão internacional para voos domésticos continuam sujeitos a regras diferentes: viajantes procedentes do Canadá e da Irlanda que passaram por pré-liberação podem permanecer na área segura, enquanto os demais precisam passar pela alfândega e despachar novamente as bagagens.
Quando concluído, o Terminal 3 West deverá oferecer mais espaço para alimentação, bebidas e varejo, além de um posto de segurança ampliado e melhorias estruturais. Os três portões preparados para aviões de fuselagem larga poderão ser utilizados pela United e por outras companhias. O material também aponta a possibilidade de a United compartilhar posições com parceiras da Star Alliance, como ANA e Lufthansa, em estratégia semelhante à adotada no Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago. Outra melhoria planejada é uma passagem dedicada para encaminhar passageiros internacionais diretamente ao saguão de imigração localizado no Terminal Internacional, o que pode simplificar o fluxo de chegada.

