Duas aeronaves que decolaram da Pampulha caem em Minas Gerais
Duas aeronaves que haviam decolado do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, caíram em diferentes pontos de Minas Gerais durante a tarde de 9 de outubro de 2026. Um Embraer EMB-711ST Corisco II Turbo, registrado como PT-VHE, caiu em uma área operacional do sistema metroviário da capital, nas proximidades da estação São Gabriel. O piloto, que era o único ocupante, morreu. Mais tarde, um Beech 300 Super King Air da Polícia Militar de Minas Gerais, de matrícula PP-EJO, caiu nos arredores do aeroporto do Vale do Aço, na região de Ipatinga. Os três ocupantes também morreram.
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Duas aeronaves que haviam decolado do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, caíram em diferentes pontos de Minas Gerais durante a tarde de 9 de outubro de 2026. Um Embraer EMB-711ST Corisco II Turbo, registrado como PT-VHE, caiu em uma área operacional do sistema metroviário da capital, nas proximidades da estação São Gabriel. O piloto, que era o único ocupante, morreu. Mais tarde, um Beech 300 Super King Air da Polícia Militar de Minas Gerais, de matrícula PP-EJO, caiu nos arredores do aeroporto do Vale do Aço, na região de Ipatinga. Os três ocupantes também morreram.
O primeiro acidente ocorreu pouco depois da decolagem do Corisco II Turbo. Segundo o material divulgado, a aeronave atingiu uma estrutura pertencente ao pátio de manutenção da concessionária Metrô BH e, na sequência, elementos da rede elétrica antes de alcançar a área ferroviária. O avião ficou destruído e houve incêndio após o impacto. Apesar da queda ter ocorrido em uma área utilizada pelo sistema metroviário, o conteúdo informado registra que ninguém em solo ficou ferido. O local fica na região Nordeste de Belo Horizonte, próximo à estação São Gabriel, e integra a estrutura operacional de manutenção do metrô.
O voo do monomotor tinha como destino Juatuba, município da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A programação indicava que a aeronave retornaria ao aeroporto de origem depois de realizar o pouso. O material fornecido não apresenta informações sobre as circunstâncias que levaram à queda, nem aponta uma causa confirmada para o acidente. Também não são detalhadas eventuais condições meteorológicas, procedimentos operacionais ou medidas adotadas no aeroporto da Pampulha após a ocorrência. A informação disponível se concentra no trajeto planejado, no local do impacto, na destruição da aeronave e na morte do piloto.
O segundo acidente envolveu um Beech 300 Super King Air operado pela Polícia Militar de Minas Gerais. A aeronave havia partido da Pampulha com destino à região do Vale do Aço e caiu nas proximidades do aeroporto regional localizado na área de Ipatinga, no município de Santana do Paraíso. Os três ocupantes realizavam um voo de recheque, conforme o conteúdo publicado. Todos morreram no local. O material também informa que equipes do Corpo de Bombeiros e dos serviços de emergência foram mobilizadas para atender à ocorrência. Não foram apresentadas, no sinal fornecido, informações sobre danos a pessoas ou estruturas em solo nesse segundo acidente.
Os dois eventos tiveram em comum a origem no Aeroporto da Pampulha e ocorreram no mesmo dia, mas envolveram aeronaves, operações e locais distintos. O primeiro foi registrado dentro de uma área operacional do metrô de Belo Horizonte, enquanto o segundo aconteceu nas proximidades do aeroporto do Vale do Aço, na região de Ipatinga. Os registros indicam cinco mortes ao todo: o piloto do Corisco II Turbo e os três ocupantes do avião da Polícia Militar, totalizando quatro vítimas diretamente identificadas no material; a referência a cinco mortes não é sustentada pelos dados apresentados e, portanto, não deve ser considerada confirmada. As informações disponíveis não incluem conclusões de investigação sobre qualquer dos acidentes.


