Delta retira o A350 de 12 rotas previstas para 2027
A Delta Air Lines não tem voos do Airbus A350-900 previstos para 12 rotas a partir de 2027, segundo a análise de sua programação disponível. A lista reúne seis ligações internacionais de longa distância e seis mercados domésticos nos Estados Unidos que receberam o modelo em períodos limitados de 2026. A mudança não representa necessariamente uma retirada definitiva das rotas, porque a companhia ajusta sua frota conforme a demanda, a participação de passageiros premium, a necessidade de transporte de carga e a disponibilidade de aeronaves. O material também ressalta que a programação futura pode ser alterada.
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A Delta Air Lines não tem voos do Airbus A350-900 previstos para 12 rotas a partir de 2027, segundo a análise de sua programação disponível. A lista reúne seis ligações internacionais de longa distância e seis mercados domésticos nos Estados Unidos que receberam o modelo em períodos limitados de 2026. A mudança não representa necessariamente uma retirada definitiva das rotas, porque a companhia ajusta sua frota conforme a demanda, a participação de passageiros premium, a necessidade de transporte de carga e a disponibilidade de aeronaves. O material também ressalta que a programação futura pode ser alterada.
No grupo de rotas internacionais, o A350 deixará de aparecer entre Atlanta e Amsterdã, Atlanta e Buenos Aires, Atlanta e Paris–Charles de Gaulle, Atlanta e Roma–Fiumicino, Detroit e Amsterdã e Detroit e Paris–Charles de Gaulle. Os últimos voos previstos com o modelo ocorrerão entre setembro e novembro de 2026, dependendo do trecho. Em Atlanta–Amsterdã e Atlanta–Roma, o A330-900 deverá assumir a operação. No mercado entre Detroit e Amsterdã, a mesma aeronave está indicada como substituta, enquanto Detroit–Paris será atendida pelo A330-300.
A ligação entre Atlanta e Buenos Aires recebeu o A350 de maneira especialmente pontual. O modelo foi utilizado em duas partidas em 2025, em uma operação em fevereiro de 2026 e em nove voos previstos para novembro deste ano. A aeronave de 306 lugares deverá operar nessa rota nos dias 11, 13, 15, 18, 20, 22, 25, 27 e 29 de novembro. Para 2027, a programação indica uma combinação de A330-200, A330-300 e A330-900. Já Atlanta–Paris deverá utilizar A330-300 e Boeing 767-400ER, com este último previsto apenas durante o verão.
Entre as rotas domésticas, o A350-900 foi programado em algum momento de 2026 para Atlanta–Detroit, Atlanta–Honolulu, Atlanta–Orlando, Atlanta–Las Vegas, Atlanta–Minneapolis e Atlanta–Salt Lake City. Cada mercado teve entre quatro e 14 partidas com o widebody, segundo o critério adotado na análise. Para 2027, há voos de fuselagem larga indicados em Atlanta–Detroit, Atlanta–Honolulu, Atlanta–Las Vegas e Atlanta–Salt Lake City, mas não em Atlanta–Orlando ou Atlanta–Minneapolis. Entre os equipamentos previstos estão os A330-300 e os 767-300ER, com frequência e duração variáveis.
O histórico de Atlanta–Orlando ilustra como a utilização de aeronaves de fuselagem larga diminuiu nesse tipo de mercado. Em 2005, a rota registrou 4.148 partidas e chegou a ter até 14 voos diários com diferentes versões do Boeing 767 e do 777-200ER; naquele ano, 84% das operações eram feitas por aeronaves de dois corredores. Para 2026, foram programadas 126 partidas com A330, A350 e 767, equivalentes a 2% do total de voos. Nenhum widebody aparece atualmente na programação de 2027, embora o material considere provável que esse planejamento seja modificado.


