Coreia do Sul encomenda quatro helicópteros presidenciais S-92A+
A Coreia do Sul selecionou quatro helicópteros Sikorsky S-92A+ para substituir a atual frota presidencial baseada no S-92. As aeronaves serão operadas pela Força Aérea da República da Coreia (ROKAF) em missões de transporte do chefe de Estado, função desempenhada pelos S-92 sul-coreanos desde 2007. A aquisição integra o programa Presidential Helicopter II, voltado à modernização dos helicópteros empregados no transporte presidencial, em tarefas VIP e como plataforma de comando aerotransportado. O contrato ampliará de três para quatro o número de aeronaves dedicadas à função, com previsão de início da substituição da frota existente por volta de 2031 e transição gradual das missões.
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A Coreia do Sul selecionou quatro helicópteros Sikorsky S-92A+ para substituir a atual frota presidencial baseada no S-92. As aeronaves serão operadas pela Força Aérea da República da Coreia (ROKAF) em missões de transporte do chefe de Estado, função desempenhada pelos S-92 sul-coreanos desde 2007. A aquisição integra o programa Presidential Helicopter II, voltado à modernização dos helicópteros empregados no transporte presidencial, em tarefas VIP e como plataforma de comando aerotransportado. O contrato ampliará de três para quatro o número de aeronaves dedicadas à função, com previsão de início da substituição da frota existente por volta de 2031 e transição gradual das missões.
A escolha mantém a Coreia do Sul dentro da mesma família de helicópteros já utilizada em sua operação presidencial. Essa continuidade deve preservar a comunalidade com a infraestrutura, os procedimentos e os conhecimentos acumulados pela força aérea ao longo da utilização dos S-92. O material complementar indica que a opção pelo S-92A+ também pode reduzir o tempo de conversão de pilotos, tripulações e equipes de manutenção, além de diminuir os riscos associados à substituição de uma frota em serviço. A configuração atualizada foi apresentada como uma forma de combinar a experiência operacional existente com novos equipamentos e sistemas de missão.
O programa sul-coreano é estimado por fontes locais em cerca de 873 bilhões de won, aproximadamente US$ 610 milhões. O valor abrange não apenas as quatro aeronaves, mas também equipamentos de missão e serviços de suporte. O pacote deverá incluir itens especiais, peças de reposição e apoio técnico, elementos destinados a sustentar a operação dos helicópteros no país. A assinatura do contrato é apontada para 2026, enquanto a entrada em serviço é projetada para ocorrer entre 2029 e 2031, dependendo da conclusão de certificações e da integração dos sistemas de missão.
Os novos helicópteros serão configurados para missões de transporte VIP e de comando e controle. Essa combinação amplia o emprego da frota para além do deslocamento presidencial, permitindo seu uso como posto de comando aerotransportado e em atividades relacionadas à continuidade do governo durante situações de crise. A passagem de três para quatro aeronaves também aumenta a redundância disponível para a operação. É possível inferir que o número maior favoreça a disponibilidade de uma aeronave reserva ou a condução de missões simultâneas, mas o material fornecido não detalha a distribuição operacional prevista pela ROKAF.
O S-92A+ é descrito como uma versão atualizada da família S-92, com melhorias estruturais, de aviônicos e de sistemas de missão em relação aos exemplares inicialmente empregados pela Coreia do Sul. Segundo os dados apresentados, a família já ultrapassou 300 unidades entregues em 28 países e acumula mais de 2,6 milhões de horas de voo em aplicações civis, governamentais e de busca e salvamento. Esses números foram associados à maturidade do projeto e à robustez operacional consideradas na decisão de manter a mesma plataforma básica para a renovação da frota presidencial.


