Israel transforma Global 6500 em plataforma de guerra eletrônica ELLYON
A indústria aeroespacial israelense apresentou o ELLYON, uma plataforma de guerra eletrônica desenvolvida sobre o jato executivo Bombardier Global 6500. O projeto reúne, em uma mesma aeronave, capacidades de interferência de radares e comunicações, inteligência, vigilância e reconhecimento, conforme descreve o material de origem. A adaptação do Global 6500, originalmente concebido para o transporte corporativo de longo alcance, evidencia a tendência de utilizar plataformas comerciais certificadas como base para equipamentos militares especializados.
Use para compartilhar ou copiar a URL canônica da matéria.
- Fonte
- AERO Magazine
- Data
- 29 de julho de 2026 às 01:03 UTC
- Categoria
- Defesa e Militar (DEF)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Israel · 31.0461, 34.8516

A indústria aeroespacial israelense apresentou o ELLYON, uma plataforma de guerra eletrônica desenvolvida sobre o jato executivo Bombardier Global 6500. O projeto reúne, em uma mesma aeronave, capacidades de interferência de radares e comunicações, inteligência, vigilância e reconhecimento, conforme descreve o material de origem. A adaptação do Global 6500, originalmente concebido para o transporte corporativo de longo alcance, evidencia a tendência de utilizar plataformas comerciais certificadas como base para equipamentos militares especializados.
De acordo com o material, a integração de múltiplos sensores e sistemas de guerra eletrônica em uma única plataforma aérea busca ampliar a capacidade de atuação em ambientes contestados, nos quais a supressão de comunicações e radares inimigos é considerada estratégica. O Global 6500 oferece autonomia e capacidade de voo prolongadas, características que, segundo o material, são compatíveis com missões de inteligência e vigilância de longa duração.
O material indica que o desenvolvimento do ELLYON faz parte de um esforço mais amplo da indústria de defesa israelense de modernizar e diversificar suas plataformas de guerra eletrônica, aproveitando aeronaves de origem civil como base. A combinação entre uma plataforma executiva madura e sensores de última geração é apresentada pela fonte como um diferencial do programa, embora o material não detalhe cronogramas de entrega, operadores previstos ou eventuais parceiros internacionais.
Relacionados
Mesma editoria
Materia
B-52 pode ser o primeiro jato a completar 100 anos em operação
O Boeing B-52 Stratofortress, que voou pela primeira vez em 1952 e entrou em serviço em 1955, poderá se tornar o primeiro avião militar a jato a alcançar um século de operação contínua. A possibilidade depende da continuidade dos programas de modernização, da manutenção estrutural e da disponibilidade de financiamento e apoio político. Concebido durante a Guerra Fria como um bombardeiro de longo alcance para transportar grandes cargas a alvos distantes, o B-52 permaneceu relevante ao longo de quase sete décadas porque foi projetado com margem para incorporar novas tecnologias e adaptar-se a diferentes missões. O programa de atualização da versão B-52J é apresentado como um dos principais fatores para prolongar sua vida operacional até as décadas de 2040 e 2050.
DEF · Severidade 1
Mesma editoria
Materia
Disputa sobre reajuste de controladores divide FAA e senadores
Controladores de tráfego aéreo dos Estados Unidos receberam apenas parte do reajuste salarial de 3,8% previsto para 2026, enquanto a parcela restante de 2,8% continua indefinida. A Lei Pública 119-86, sancionada em 30 de abril, destinou US$ 140 milhões à correção, mas, até o momento, os profissionais receberam somente o aumento civil de 1% aplicado em todo o governo. Os senadores Tammy Duckworth e Dick Durbin, ambos de Illinois, pressionam o administrador da Federal Aviation Administration (FAA), Bryan Bedford, a autorizar imediatamente o pagamento da diferença. A agência, porém, sustenta que a legislação condicionou a medida à comprovação de avanços em escala de trabalho, utilização da força laboral ou outras eficiências operacionais.