Força Aérea dos EUA batiza drones de combate FQ-42 e FQ-44
A Força Aérea dos Estados Unidos anunciou oficialmente os nomes de seus dois primeiros Collaborative Combat Aircraft, conceito que reúne aeronaves não tripuladas destinadas a operar em conjunto com caças tripulados. O modelo desenvolvido pela General Atomics passa a se chamar FQ-42 Vengeance, enquanto o projeto da Anduril Industries foi designado FQ-44 Fury. O anúncio foi feito em 14 de setembro de 2026 pelo secretário da Força Aérea, Troy Meink, durante a conferência Air, Space and Cyber, realizada pela Air and Space Forces Association em National Harbor, Maryland. A mudança formaliza a identidade pública dos sistemas e acompanha o avanço do programa para a fase operacional.
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A Força Aérea dos Estados Unidos anunciou oficialmente os nomes de seus dois primeiros Collaborative Combat Aircraft, conceito que reúne aeronaves não tripuladas destinadas a operar em conjunto com caças tripulados. O modelo desenvolvido pela General Atomics passa a se chamar FQ-42 Vengeance, enquanto o projeto da Anduril Industries foi designado FQ-44 Fury. O anúncio foi feito em 14 de setembro de 2026 pelo secretário da Força Aérea, Troy Meink, durante a conferência Air, Space and Cyber, realizada pela Air and Space Forces Association em National Harbor, Maryland. A mudança formaliza a identidade pública dos sistemas e acompanha o avanço do programa para a fase operacional.
Os dois modelos integram a primeira geração do programa de Collaborative Combat Aircraft, conhecido pela sigla CCA. A proposta é introduzir aeronaves de combate sem tripulação capazes de atuar ao lado de aviões pilotados, ampliando as opções disponíveis para missões em ambientes contestados. Segundo a Força Aérea, esses sistemas devem contribuir para aumentar o alcance, a consciência situacional e a capacidade de sobrevivência do poder aéreo americano. O material divulgado também relaciona os drones a missões ar-ar, embora os detalhes completos de emprego operacional não tenham sido apresentados nos dados fornecidos.
O FQ-42, sob responsabilidade da General Atomics, era associado internamente ao nome Dark Merlin antes do anúncio oficial. A designação Vengeance substitui essa identificação de desenvolvimento e estabelece o nome público do modelo dentro da estrutura da Força Aérea. Já o FQ-44, desenvolvido pela Anduril Industries, manterá o nome Fury como sua designação oficial. A adoção de códigos FQ para os dois sistemas acompanha a classificação atribuída pela força aos novos drones de combate colaborativo e diferencia os projetos de outras aeronaves tripuladas em seu inventário.
O programa avançou para a produção do Increment 1 em junho de 2026. Essa etapa prevê 150 aeronaves, segundo a Força Aérea, e representa uma mudança do desenvolvimento inicial para a preparação de uma capacidade mais ampla. As informações disponíveis indicam que tanto o projeto da General Atomics quanto o da Anduril já estão em produção. A escala anunciada faz parte de um esforço para colocar em serviço uma nova categoria de aeronaves não tripuladas, com expectativa de que os primeiros sistemas sejam operados até o fim da década.
A meta declarada para 2032 é contar com 500 sistemas semiautônomos prontos para combate. Em um horizonte mais longo, a Força Aérea pretende chegar a uma frota total de 1.000 aeronaves. O planejamento revela a intenção de ampliar rapidamente a quantidade de plataformas autônomas disponíveis, em vez de limitar o conceito a um pequeno número de protótipos ou demonstradores tecnológicos. Os dados fornecidos, contudo, não detalham o cronograma de entrega de cada modelo, a distribuição entre unidades ou os critérios que serão usados para declarar a capacidade plenamente operacional.


