Qatar Airways inaugura rota triangular entre Doha, Bogotá e Caracas
A Qatar Airways iniciou em 4 de novembro um novo serviço comercial entre Doha, Bogotá e Caracas, ampliando sua presença na América do Sul. A operação é realizada duas vezes por semana e conecta o Aeroporto Internacional Hamad, no Catar, ao Aeroporto Internacional El Dorado, na Colômbia, e ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar, na Venezuela. No voo inaugural, a sequência adotada foi Doha–Caracas–Bogotá–Doha. A companhia informou que a ligação representa a abertura de serviços regulares entre seu hub e os dois mercados sul-americanos, enquanto a cobertura especializada destaca que é a primeira operação de passageiros da empresa para Colômbia e Venezuela.
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A Qatar Airways iniciou em 4 de novembro um novo serviço comercial entre Doha, Bogotá e Caracas, ampliando sua presença na América do Sul. A operação é realizada duas vezes por semana e conecta o Aeroporto Internacional Hamad, no Catar, ao Aeroporto Internacional El Dorado, na Colômbia, e ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar, na Venezuela. No voo inaugural, a sequência adotada foi Doha–Caracas–Bogotá–Doha. A companhia informou que a ligação representa a abertura de serviços regulares entre seu hub e os dois mercados sul-americanos, enquanto a cobertura especializada destaca que é a primeira operação de passageiros da empresa para Colômbia e Venezuela.
A nova ligação vinha sendo adiada em relação ao planejamento inicial. O início havia sido previsto anteriormente para julho, depois para setembro e, por fim, para novembro. O material atribui o adiamento à guerra em curso no Irã, sem apresentar detalhes operacionais adicionais sobre como o conflito afetou a preparação ou a execução da rota. Com o lançamento, a rede sul-americana de passageiros da Qatar Airways passa a abranger três países, incluindo o Brasil, e três cidades, considerando São Paulo. A expansão cria uma conexão triangular de longo curso entre o Oriente Médio e dois destinos que até então não eram atendidos diretamente pela companhia.
A partir do segundo voo, a direção programada será invertida: Doha–Bogotá–Caracas–Doha. Essa configuração tem relevância operacional porque Bogotá está situada em elevada altitude, condição que reduz o desempenho de decolagem quando a aeronave transporta uma carga elevada. Ao posicionar o trecho entre Bogotá e Doha em uma etapa específica da viagem, a companhia busca organizar de maneira diferente a distribuição de passageiros e carga. O material indica que a rota entre a Colômbia e o Catar alcança 7.179 milhas náuticas, ou 13.296 quilômetros, em distância de grande círculo. A operação inaugural registrou ocupação de 96,7%, embora não estejam detalhados os percentuais correspondentes a passageiros pagantes e a outros grupos presentes no voo.
O serviço é identificado pelo número QR783 e está programado para quartas-feiras e domingos. Na configuração posterior ao voo inaugural, o trecho Doha–Bogotá tem horário previsto das 7h25 às 16h25, com tempo de bloco de 16 horas e 50 minutos. A etapa Bogotá–Caracas está programada das 17h55 às 21h, em um voo de duas horas e cinco minutos, sem direitos de tráfego entre as duas cidades. O segmento Caracas–Doha parte às 23h30 e chega às 20h35 do dia seguinte, com duração de 14 horas e cinco minutos. Somados os trechos e a permanência em solo na Colômbia, o itinerário pode atingir 20 horas e 35 minutos de tempo de bloco.
A aeronave prevista para todos os voos é o Boeing 777-200LR. No serviço inaugural, foi utilizado o avião registrado como A7-BBB, com 17,8 anos de operação e capacidade para 272 passageiros. A configuração inclui 42 assentos na classe executiva, dispostos no padrão 1-2-1 e equipados com suítes QSuite com portas deslizantes, além de 230 lugares na econômica, predominantemente no arranjo 3-4-3, com espaço de 32 polegadas entre fileiras. O avião também oferece conexão Wi-Fi Starlink. Segundo os dados apresentados, a rota passa a ser a mais longa da Qatar Airways no período analisado, superando por pequena margem ligações entre Doha e Auckland que incluem escalas na Austrália. A procura prevista será disputada com companhias que já atendem esses mercados por meio de conexões, como Emirates, Turkish Airlines, Air France, KLM e Lufthansa.

