EUA multam Air France e KLM por voos em espaço aéreo restrito
O Departamento de Transportes dos Estados Unidos aplicou uma penalidade conjunta de US$ 425 mil à Air France e à KLM por voos realizados em uma área de espaço aéreo proibida pelas autoridades norte-americanas. O caso envolve mais de 100 operações conduzidas entre 2022 e 2025 na região de informação de voo de Bagdá. Embora os voos tenham sido operados pelas duas companhias europeias, eles utilizaram o código designador da Delta Air Lines, parceira das empresas na aliança SkyTeam. A medida regulatória relaciona a operação ao cumprimento das restrições de segurança aérea estabelecidas nos Estados Unidos.
Use para compartilhar ou copiar a URL canônica da matéria.
- Fonte
- FlightGlobal
- Data
- 23 de outubro de 2026 às 23:26 UTC
- Categoria
- Regulacao (REG)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Região de informação de voo de Bagdá · 33.3128, 44.3615

O Departamento de Transportes dos Estados Unidos aplicou uma penalidade conjunta de US$ 425 mil à Air France e à KLM por voos realizados em uma área de espaço aéreo proibida pelas autoridades norte-americanas. O caso envolve mais de 100 operações conduzidas entre 2022 e 2025 na região de informação de voo de Bagdá. Embora os voos tenham sido operados pelas duas companhias europeias, eles utilizaram o código designador da Delta Air Lines, parceira das empresas na aliança SkyTeam. A medida regulatória relaciona a operação ao cumprimento das restrições de segurança aérea estabelecidas nos Estados Unidos.
A região mencionada no processo é a região de informação de voo de Bagdá, uma área utilizada para fins de organização e controle do tráfego aéreo. O material disponibilizado não detalha as rotas individuais, os aeroportos de origem ou destino, nem os modelos de aeronave envolvidos. Também não informa se todos os voos tinham o mesmo perfil operacional ou se foram realizados em diferentes trechos durante o período analisado. O ponto central apresentado é que mais de 100 voos passaram pela área considerada proibida sob as regras aplicáveis da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos.
A referência ao código da Delta é relevante porque os voos estavam associados comercialmente à companhia norte-americana, apesar de terem sido operados por Air France e KLM. Em acordos de compartilhamento de código, uma empresa pode comercializar um voo realizado por outra sob seu próprio designador. Neste caso, o material indica que a utilização do código da Delta foi um elemento considerado na ação do Departamento de Transportes. A descrição disponível, porém, não informa como as responsabilidades foram distribuídas entre as companhias nem apresenta detalhes sobre eventuais comunicações ou procedimentos internos relacionados às operações.
A penalidade combinada de US$ 425 mil foi anunciada no contexto de regras de operação e segurança. O texto fornecido identifica a Administração Federal de Aviação como a autoridade responsável pelas restrições ao espaço aéreo, enquanto o Departamento de Transportes aparece como o órgão que aplicou a multa. Esses papéis distinguem a definição ou manutenção das limitações operacionais da medida administrativa adotada contra as empresas. Não foram fornecidos detalhes sobre a fórmula usada para calcular o valor, sobre a divisão da quantia entre Air France e KLM ou sobre outras exigências eventualmente associadas à decisão.
O intervalo temporal analisado vai de 2022 a 2025, abrangendo vários anos de operações. A informação não permite concluir se os voos ocorreram de maneira contínua ao longo de todo esse período ou se ficaram concentrados em determinadas datas. Tampouco há indicação, no material fornecido, de que tenha ocorrido acidente, incidente, dano ou interrupção operacional relacionada às passagens pela área restrita. A notícia se limita à ação regulatória e ao valor da penalidade, sem apresentar uma causa operacional específica, atribuir intenção às companhias ou descrever consequências adicionais para passageiros e tripulações.
Relacionados
Mesma editoria
Materia
FAA propõe critérios para certificar decolagem automatizada do Embraer E2
A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) deu um passo formal para viabilizar a certificação do Embraer Enhanced Takeoff System (E2TS), sistema de decolagem automatizada desenvolvido para a família de jatos comerciais E-Jet E2. Em 27 de outubro de 2026, a agência publicou condições especiais de aeronavegabilidade destinadas a estabelecer requisitos adicionais para a tecnologia. A iniciativa ainda não autoriza o uso operacional do sistema: ela cria a base regulatória necessária para avaliar sua incorporação ao avião, inicialmente no E195-E2. A Embraer afirma que a solução poderá aumentar a segurança e permitir pesos de decolagem mais elevados, desde que cumpra os limites definidos no processo de certificação.
REG · Severidade 1
Mesma editoria
Materia
Limites da FAA em Chicago O’Hare podem durar até 2034
As restrições impostas pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) ao número de operações no Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago, podem permanecer até 2034, segundo uma projeção apresentada por Andrew Nocella, diretor comercial da United Airlines. O limite diário foi estabelecido para reduzir o risco de congestionamentos severos e atrasos enquanto avançam as obras do programa ORDNext, uma ampla modernização do terminal e da infraestrutura aeroportuária. A FAA prorrogou recentemente o teto até o fim de outubro de 2027, mas a conclusão integral do projeto é apontada como condição para uma eventual normalização mais ampla das operações.