Limites da FAA em Chicago O’Hare podem durar até 2034
As restrições impostas pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) ao número de operações no Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago, podem permanecer até 2034, segundo uma projeção apresentada por Andrew Nocella, diretor comercial da United Airlines. O limite diário foi estabelecido para reduzir o risco de congestionamentos severos e atrasos enquanto avançam as obras do programa ORDNext, uma ampla modernização do terminal e da infraestrutura aeroportuária. A FAA prorrogou recentemente o teto até o fim de outubro de 2027, mas a conclusão integral do projeto é apontada como condição para uma eventual normalização mais ampla das operações.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 25 de outubro de 2026 às 00:33 UTC
- Categoria
- Regulacao (REG)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Chicago O'Hare International Airport · 41.9786, -87.9048

As restrições impostas pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) ao número de operações no Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago, podem permanecer até 2034, segundo uma projeção apresentada por Andrew Nocella, diretor comercial da United Airlines. O limite diário foi estabelecido para reduzir o risco de congestionamentos severos e atrasos enquanto avançam as obras do programa ORDNext, uma ampla modernização do terminal e da infraestrutura aeroportuária. A FAA prorrogou recentemente o teto até o fim de outubro de 2027, mas a conclusão integral do projeto é apontada como condição para uma eventual normalização mais ampla das operações.
O’Hare é descrito no material como o aeroporto com maior número de partidas no mundo, enquanto o Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson, em Atlanta, lidera em passageiros atendidos. A concentração de voos em Chicago tornou o aeroporto um importante centro compartilhado por United e American Airlines, mas também elevou a pressão sobre pistas, taxiways, portões e demais áreas operacionais. De acordo com os dados fornecidos, a FAA mantém o limite em 2.708 chegadas e partidas por dia. A medida foi adotada em meio ao crescimento da demanda, às obras em andamento e às preocupações com a capacidade de absorver a programação durante períodos de maior movimento.
As limitações interromperam planos de expansão das duas companhias no aeroporto. A United, considerada a empresa mais afetada no material, suspendeu dez novos serviços regionais previstos para o Meio-Oeste e também interrompeu uma rota internacional para Guadalajara, no México. A empresa ainda teria reduzido cerca de 10% de suas operações em O’Hare e precisado abandonar, por enquanto, a ambição de alcançar até 1.000 voos diários no aeroporto. A American, por sua vez, reduziu seu plano de expansão para o verão e congelou a disputa por espaço operacional com a concorrente, embora mantivesse a intenção de superar 500 voos diários no futuro.
Para os passageiros, o teto operacional significa menor crescimento da oferta em horários e rotas de maior procura. O material indica que a disponibilidade de assentos e de voos sem escalas pode permanecer mais limitada enquanto a infraestrutura estiver em transformação. A redução das opções diretas também pode aumentar a pressão sobre as tarifas, embora não haja, nas informações fornecidas, uma estimativa específica de preços. A American declarou que a ordem da FAA ajudou a diminuir o risco de congestionamento e interrupções, tornando a experiência dos clientes mais previsível e facilitando o planejamento das equipes que trabalham no aeroporto.
O ORDNext inclui a construção de dois píeres satélites próximos ao Terminal 1 e a renovação completa do Terminal 2. O programa deve custar mais de US$ 9,8 bilhões e, durante sua execução, retirar periodicamente taxiways e portões de serviço. Uma nova área de embarque de aproximadamente 53.883 metros quadrados terá 19 portões; as obras começaram em agosto de 2025, com entrada em operação prevista para o fim de 2028. A ampliação do Concourse E também está planejada, enquanto intervenções no terminal central global devem ocorrer entre 2029 e 2033. Túneis subterrâneos, vias em níveis separados e sistemas ampliados de gestão de águas pluviais completam o conjunto. A expansão pode elevar em até 14% a capacidade de portões, mas, até sua conclusão, as obras devem continuar condicionando o crescimento das operações.
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