Air Congo iniciará voos com Boeing 787-9 em acordo com a MIAT
A Air Congo deverá iniciar operações com um Boeing 787-9 fornecido pela MIAT Mongolian Airlines por meio de um acordo de wet lease, modalidade que normalmente envolve a disponibilização da aeronave e de serviços operacionais associados. A entrada do avião em serviço comercial está prevista para 31 de outubro de 2026. A aeronave, identificada como EI-MGL nos relatos disponíveis, chegou ao Aeroporto Internacional de N’djili, em Kinshasa, em 27 de outubro. A operação amplia a presença de um avião de fuselagem larga na frota da companhia congolesa e está relacionada ao reforço de sua oferta internacional de passageiros.
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A Air Congo deverá iniciar operações com um Boeing 787-9 fornecido pela MIAT Mongolian Airlines por meio de um acordo de wet lease, modalidade que normalmente envolve a disponibilização da aeronave e de serviços operacionais associados. A entrada do avião em serviço comercial está prevista para 31 de outubro de 2026. A aeronave, identificada como EI-MGL nos relatos disponíveis, chegou ao Aeroporto Internacional de N’djili, em Kinshasa, em 27 de outubro. A operação amplia a presença de um avião de fuselagem larga na frota da companhia congolesa e está relacionada ao reforço de sua oferta internacional de passageiros.
O acordo foi organizado pela Chapman Freeborn, que atuou na identificação da MIAT como parceira e na coordenação das negociações e da entrega da aeronave. A empresa mongol fornece o Boeing 787-9 à Air Congo, que pretende utilizá-lo em sua operação. Os materiais disponíveis não informam as rotas específicas que serão atendidas pelo avião, a frequência dos voos ou o cronograma completo de utilização. Também não foram divulgados os valores financeiros do contrato nem sua duração, deixando esses aspectos do arranjo sem confirmação pública.
O 787-9 está configurado para transportar 292 passageiros distribuídos em três classes. A cabine inclui 30 assentos na classe executiva, 36 na econômica premium e 226 na classe econômica. Essa configuração oferece à Air Congo uma capacidade de transporte de longo alcance com diferentes níveis de serviço, além de permitir a comercialização de uma cabine premium. O material fornecido descreve o acordo como parte do desenvolvimento da frota da companhia e como uma forma de ampliar sua oferta aos passageiros, sem apresentar projeções numéricas sobre o crescimento esperado.
A chegada da aeronave a Kinshasa foi registrada em cerimônia que contou com a presença de Jean-Pierre Bemba, da presidente do conselho da Air Congo, Jeanne Madeleine Mpemba Tujibikile, e do diretor-geral da empresa, Mesfin Biru. A recepção ocorreu no aeroporto de N’djili, principal ponto de entrada citado nos relatos sobre a incorporação do avião. Embora a chegada tenha sido confirmada no fim de outubro, os materiais não detalham os procedimentos necessários para a preparação da aeronave, como treinamento de tripulações, programação de manutenção ou autorização operacional para cada rota.
Um relato da Aviation Week informa que o 787-9 equipado com motores GEnx foi obtido da MIAT e substitui uma aeronave 787 anteriormente proveniente da Ethiopian Airlines. Esse dado indica uma mudança no fornecedor da capacidade de fuselagem larga utilizada pela Air Congo, mas não esclarece todos os detalhes da transição. A publicação identifica o avião pelo número 60326, enquanto outros relatos apontam o registro EI-MGL; o material fornecido não explica formalmente a relação entre essas identificações. Também permanece sem confirmação pública qual empresa fornecerá tripulação, manutenção e seguro, nem sob qual certificado de operador aéreo o avião será utilizado.