Voo da SAS retorna ao aeroporto após falha técnica no Atlântico
Centenas de passageiros do voo SK916, da SAS, enfrentaram uma longa espera após a aeronave que partira do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, precisar retornar durante a travessia do Atlântico. O Airbus A330-300 foi desviado para o Aeroporto Internacional Newark Liberty, também na região de Nova York, por causa de uma possível falha técnica. Depois do pouso, os passageiros relataram demora para receber informações, dificuldade para recuperar as bagagens e ausência de novas instruções claras sobre a continuidade da viagem. Já depois da meia-noite, a companhia informou por e-mail que os próprios passageiros deveriam providenciar hospedagem, com promessa de reembolso limitado por quarto.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 26 de outubro de 2026 às 01:08 UTC
- Categoria
- Incidentes e Seguranca (SEG)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Aeroporto Internacional Newark Liberty · 40.6895, -74.1745

Centenas de passageiros do voo SK916, da SAS, enfrentaram uma longa espera após a aeronave que partira do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, precisar retornar durante a travessia do Atlântico. O Airbus A330-300 foi desviado para o Aeroporto Internacional Newark Liberty, também na região de Nova York, por causa de uma possível falha técnica. Depois do pouso, os passageiros relataram demora para receber informações, dificuldade para recuperar as bagagens e ausência de novas instruções claras sobre a continuidade da viagem. Já depois da meia-noite, a companhia informou por e-mail que os próprios passageiros deveriam providenciar hospedagem, com promessa de reembolso limitado por quarto.
O voo estava programado para sair de JFK às 18h55 de 23 de outubro de 2026, com chegada prevista a Copenhague às 8h40 do dia seguinte. Segundo dados de rastreamento, a partida ocorreu às 19h24, 29 minutos depois do horário previsto. A aeronave, identificada pelo registro LN-RKR, permaneceu no ar por aproximadamente três horas e 34 minutos antes de pousar em Newark às 22h58. O modelo A330-300 utilizado na operação pode acomodar até 262 passageiros, embora o material não informe quantas pessoas estavam efetivamente a bordo naquela viagem.
Um passageiro que viajava para Copenhague com o filho afirmou ter percebido, cerca de duas horas após a decolagem, que a aeronave seguia em direção diferente da esperada no mapa disponível durante o voo. Mais tarde, a tripulação teria informado que o avião apresentava um problema técnico e que os pilotos não se sentiam confortáveis em prosseguir com a travessia oceânica. Veículos de emergência, incluindo caminhões de bombeiros e ambulâncias, aguardavam na pista quando a aeronave pousou em Newark. A SAS confirmou que o retorno ocorreu por causa de uma possível falha técnica e informou que o avião seria inspecionado, sem detalhar a natureza do problema.
A situação se prolongou após o desembarque. Passageiros disseram ter esperado aproximadamente uma hora na área de restituição de bagagens antes de serem informados de que as malas não poderiam ser retiradas da aeronave. Em seguida, receberam um código QR para registrar volumes não localizados, mas o sistema da companhia não aceitou os pedidos porque os viajantes ainda não haviam chegado ao destino original. A ausência de acesso às bagagens deixou os passageiros sem seus pertences enquanto aguardavam orientações sobre a viagem. Também teria sido informado que novos detalhes seriam apresentados em poucas horas, mas, segundo relatos, o tempo passou sem atualização e a reserva deixou de aparecer no aplicativo da SAS.
Quando a comunicação finalmente chegou, já havia passado da meia-noite. A companhia orientou os passageiros a reservar seus próprios quartos e indicou que reembolsaria até US$ 280, ou € 250, por acomodação. Um passageiro relatou ter conseguido uma das últimas vagas disponíveis na região, mas afirmou que outras pessoas ainda permaneciam no aeroporto quando ele deixou o local com o filho. Ele também disse que sucessivos contatos com o suporte da SAS não esclareceram a localização das duas malas da família nem permitiram registrar corretamente o extravio. O material não informa quantos passageiros conseguiram hospedagem ou quando todos foram reacomodados.
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