Safran mantém plano de expansão da produção do motor LEAP
A Safran afirmou que a aceleração da produção do motor LEAP segue no caminho previsto para cumprir os compromissos de fornecimento assumidos com Airbus e Boeing. A empresa declarou estar fortemente confiante em sua capacidade de atender às necessidades das duas fabricantes ao longo de 2026, enquanto amplia gradualmente as entregas do propulsor. No terceiro trimestre, foram entregados 535 motores LEAP, volume 5% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior e também acima do trimestre anterior. O resultado é apresentado pela companhia como sinal de avanço operacional em um programa que abastece importantes famílias de aeronaves de corredor único.
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- Fonte
- FlightGlobal
- Data
- 26 de outubro de 2026 às 01:07 UTC
- Categoria
- Fabricantes e Industria (IND)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Airbus FAL Toulouse - Jean-Luc Lagardere (A320/A350) · 43.6294, 1.3638

A Safran afirmou que a aceleração da produção do motor LEAP segue no caminho previsto para cumprir os compromissos de fornecimento assumidos com Airbus e Boeing. A empresa declarou estar fortemente confiante em sua capacidade de atender às necessidades das duas fabricantes ao longo de 2026, enquanto amplia gradualmente as entregas do propulsor. No terceiro trimestre, foram entregados 535 motores LEAP, volume 5% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior e também acima do trimestre anterior. O resultado é apresentado pela companhia como sinal de avanço operacional em um programa que abastece importantes famílias de aeronaves de corredor único.
O LEAP é utilizado nas versões LEAP-1A, destinadas à família Airbus A320neo, e LEAP-1B, empregadas no Boeing 737 MAX. Por isso, a capacidade de produção do motor está diretamente relacionada aos cronogramas industriais das duas fabricantes de aviões. A Safran indicou que está se preparando para sustentar a Airbus em sua meta de produção conhecida como taxa 75 e a Boeing na taxa 63 do 737. Essas referências correspondem aos níveis de fabricação que as empresas pretendem alcançar ou manter, segundo o contexto apresentado pelas reportagens, e exigem disponibilidade compatível de motores e componentes.
A melhora nas condições da cadeia de suprimentos foi apontada como um dos fatores que apoiaram o crescimento das entregas no trimestre. Ainda assim, a demanda por serviços de oficinas e por componentes permanece acima da capacidade disponível em algumas áreas, o que mantém a expansão industrial como uma prioridade para a Safran. A companhia continua trabalhando para reduzir esses gargalos e aumentar a capacidade de fornecimento necessária ao programa. O desempenho trimestral, portanto, não representa o encerramento das restrições, mas indica que a empresa considera estar avançando na direção de uma produção mais elevada e estável.
Entre as medidas de expansão está a implantação de uma nova linha de montagem no Marrocos, acompanhada pelo aumento da fabricação de peças. Esses investimentos fazem parte de um esforço mais amplo para elevar a capacidade industrial e acompanhar a demanda dos programas LEAP-1A e LEAP-1B. A estratégia envolve não apenas montar mais motores, mas também ampliar a disponibilidade dos componentes que sustentam a produção e a manutenção. A Safran relacionou essa expansão ao objetivo de manter o cronograma industrial dos aviões de corredor único, segmento no qual Airbus e Boeing planejam níveis elevados de fabricação.
A empresa também informou que a proporção de motores sobressalentes está voltando ao padrão observado antes do primeiro semestre de 2026. O dado foi incluído no balanço operacional do terceiro trimestre e complementa o aumento de 5% nas entregas. A normalização desse indicador pode ser compreendida, com base no material fornecido, como parte do reequilíbrio da produção entre motores destinados a aeronaves novas e unidades de reposição, mas a Safran não apresentou nesse conteúdo uma explicação detalhada sobre os volumes de cada categoria. O ponto central permanece a continuidade do ramp-up e a preparação da cadeia industrial para taxas maiores.
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