Robinson R66 é escolhido como treinador básico do Exército dos EUA
O Robinson R66 foi escolhido como plataforma do Exército dos Estados Unidos para o treinamento básico de pilotos de helicóptero, encerrando a disputa do programa Flight School Next. A seleção prevê o uso de uma aeronave leve, de configuração simples e com baixa carga de automação, em substituição ao Airbus UH-72A Lakota na função de helicóptero primário de instrução. O material disponível indica que a proposta vencedora foi apresentada pela M1 Support Services em parceria com a Robinson Helicopter Company, após uma competição que também envolveu o Bell 505. A solução foi concebida para concentrar o treinamento nos fundamentos do voo de asas rotativas, reduzindo distrações para os alunos durante a fase inicial de formação.
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- Fonte
- Air Data News
- Data
- 16 de agosto de 2026 às 22:34 UTC
- Categoria
- Defesa e Militar (DEF)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Estados Unidos · 39.8283, -98.5795

O Robinson R66 foi escolhido como plataforma do Exército dos Estados Unidos para o treinamento básico de pilotos de helicóptero, encerrando a disputa do programa Flight School Next. A seleção prevê o uso de uma aeronave leve, de configuração simples e com baixa carga de automação, em substituição ao Airbus UH-72A Lakota na função de helicóptero primário de instrução. O material disponível indica que a proposta vencedora foi apresentada pela M1 Support Services em parceria com a Robinson Helicopter Company, após uma competição que também envolveu o Bell 505. A solução foi concebida para concentrar o treinamento nos fundamentos do voo de asas rotativas, reduzindo distrações para os alunos durante a fase inicial de formação.
O programa Flight School Next foi estruturado para definir um novo conceito de instrução para os aviadores do Exército. Em vez de priorizar uma aeronave com elevado nível de automação e sistemas semelhantes aos encontrados em helicópteros militares mais complexos, a iniciativa buscou uma plataforma básica, descrita no material complementar como “enxuta”. Essa abordagem pretende oferecer aos alunos uma base operacional antes da transição para aeronaves de maior porte, desempenho e complexidade. A substituição do UH-72A Lakota representa, nesse contexto, uma mudança na plataforma utilizada para a etapa primária do treinamento, sem que o material fornecido detalhe um cronograma completo para a retirada do modelo atualmente empregado.
A proposta baseada no R66 foi apresentada durante a conferência da Army Aviation Association of America realizada em Nashville, em 14 de maio, conforme o contexto complementar. O helicóptero foi associado ao ensino de gerenciamento de potência, controle do motor, percepção do espaço aéreo, navegação e comunicações. Esses elementos formam parte essencial da preparação inicial de pilotos e podem ser exercitados em uma aeronave de menor complexidade antes do avanço para treinamentos mais especializados. A lógica descrita para o projeto é que a redução de funções automatizadas ajude o aluno a desenvolver maior compreensão dos princípios básicos de operação e tomada de decisão em voo.
A configuração selecionada também está relacionada a uma tentativa de combinar os requisitos de instrução com restrições financeiras. O material complementar registra que a versão destinada ao programa é o R66 NxG, uma evolução da célula R66 adaptada às necessidades do treinamento de aviadores do Exército. A solução deve incluir não apenas as aeronaves, mas também peças de reposição, suporte técnico e um pacote específico de serviços de treinamento. Esses elementos indicam que a contratação foi planejada como uma capacidade integrada, na qual a empresa responsável pela operação ou pelo apoio ao programa fornece a frota e os recursos necessários para mantê-la disponível aos alunos e instrutores.
A disputa terminou após aproximadamente dois anos, segundo uma das fontes complementares, e resultou em um contrato de longo prazo para a formação de futuros pilotos de helicóptero do Exército. O material informa que a M1 Support Services recebeu um acordo de 26 anos, com valor potencial de até US$ 10 bilhões, para conduzir o treinamento utilizando o R66. Os dados fornecidos também mencionam que a Lockheed Martin avançou para a Fase III da competição e anunciou a Robinson como fornecedora da aeronave. Assim, a estrutura final apresentada combina a participação da Lockheed Martin no desenvolvimento da solução e o fornecimento do helicóptero pela Robinson, enquanto a M1 aparece associada à vitória e à execução contratual do serviço de treinamento.
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