Por que pilotos desligam um motor do A320 durante o taxiamento
Pilotos de Airbus A320 podem desligar intencionalmente um dos motores durante o taxiamento em operações de pista. A prática, conhecida como single-engine taxi, é uma técnica adotada por companhias aéreas para reduzir o consumo de combustível e o desgaste de componentes, não estando relacionada a falhas mecânicas. A medida é aplicada geralmente em aeroportos com tempos de taxiamento longos, onde o ganho de eficiência compensa a operação assimétrica.
Use para compartilhar ou copiar a URL canônica da matéria.
- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 19 de julho de 2026 às 22:56 UTC
- Categoria
- Artigo Tecnico (TEC)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Airbus FAL Tianjin (A320) · 39.1235, 117.3616

Pilotos de Airbus A320 podem desligar intencionalmente um dos motores durante o taxiamento em operações de pista. A prática, conhecida como single-engine taxi, é uma técnica adotada por companhias aéreas para reduzir o consumo de combustível e o desgaste de componentes, não estando relacionada a falhas mecânicas. A medida é aplicada geralmente em aeroportos com tempos de taxiamento longos, onde o ganho de eficiência compensa a operação assimétrica.
Companhias aéreas brasileiras que operam o Airbus A320, como Latam e Azul, podem adotar práticas semelhantes em grandes aeroportos como Guarulhos e Galeão, onde o taxiamento prolongado favorece a economia de combustível.
Publicado originalmente por Simple Flying, disponível em https://simpleflying.com/why-airline-pilots-deliberately-shut-down-airbus-a320-engine-taxiing/
Relacionados
Mesma editoria
Materia
Reguladores determinam separação de motores Trent em A330 e 777
Operadores de Boeing 777 equipados com motores Rolls-Royce Trent e de versões mais antigas do Airbus A330 receberam ordem para evitar a combinação de determinados motores com bombas de óleo potencialmente afetadas. A medida foi motivada pelo risco de desligamento dos dois motores durante o voo, uma condição que poderia reduzir ou até comprometer a capacidade de controle da aeronave. A determinação consta de uma diretiva emergencial associada a reguladores europeus e norte-americanos, conforme o material divulgado. A ação busca impedir que duas unidades instaladas na mesma aeronave compartilhem o mesmo risco específico antes que os componentes sejam avaliados ou substituídos segundo os critérios estabelecidos.
TEC · Severidade 1
Mesma editoria
Materia
Boeing 787-9 e -10 antecipam abertura das portas do trem de pouso
Os Boeing 787-9 e 787-10 Dreamliner adotam uma lógica incomum para a retração do trem de pouso principal. Nessas versões, as portas do compartimento podem começar a abrir automaticamente cerca de um segundo após a decolagem, antes que a tripulação mova a alavanca do trem para a posição UP. O trem propriamente dito continua estendido e só inicia a retração quando os pilotos emitem o comando. A solução foi desenvolvida para reduzir alguns segundos de arrasto durante a subida inicial, sem retirar da tripulação o controle sobre uma ação relevante em uma das fases mais exigentes do voo.