Incêndio de power bank faz voo da KLM retornar a Amsterdã
Um Boeing 777-300ER da KLM que voava de Amsterdã para Curaçao precisou retornar ao aeroporto de Schiphol depois que um power bank pegou fogo na cabine da classe executiva. O incidente ocorreu na quinta-feira, 17 de setembro de 2026, quando a aeronave já estava havia várias horas sobre o oceano Atlântico. A tripulação conseguiu apagar as chamas a bordo, mas o comandante decidiu interromper o voo e voltar à capital neerlandesa, em vez de prosseguir na travessia de longa distância até o destino no Caribe.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 4 de outubro de 2026 às 02:24 UTC
- Categoria
- Fabricantes e Industria (IND)
- Maturidade
- Nota
- Geolocalização editorial
- Amsterdam Airport Schiphol · 52.3086, 4.7639

Um Boeing 777-300ER da KLM que voava de Amsterdã para Curaçao precisou retornar ao aeroporto de Schiphol depois que um power bank pegou fogo na cabine da classe executiva. O incidente ocorreu na quinta-feira, 17 de setembro de 2026, quando a aeronave já estava havia várias horas sobre o oceano Atlântico. A tripulação conseguiu apagar as chamas a bordo, mas o comandante decidiu interromper o voo e voltar à capital neerlandesa, em vez de prosseguir na travessia de longa distância até o destino no Caribe.
O avião operava o voo KL735, com origem no Aeroporto de Amsterdã-Schiphol e destino em Curaçao. Conforme os relatos disponíveis, a ocorrência aconteceu aproximadamente cinco horas e meia depois da decolagem, quando a aeronave já havia avançado significativamente sobre o Atlântico. A necessidade de retornar ao ponto de partida alterou o planejamento da viagem e impediu que o serviço fosse concluído conforme previsto. Após a chegada a Amsterdã, os passageiros foram reacomodados pela companhia aérea para continuar a viagem.
O dispositivo envolvido no episódio foi identificado como um carregador portátil de baterias, conhecido como power bank. Os relatos indicam que ele pegou fogo enquanto estava conectado para ser carregado, conduta que contrariaria as regras da KLM para o uso desses equipamentos durante o voo. A companhia mantém restrições relacionadas a power banks a bordo, especialmente em razão dos riscos associados ao superaquecimento, à fumaça e a incêndios em dispositivos alimentados por baterias de íons de lítio.
A tripulação de cabine atuou para extinguir o fogo enquanto o avião permanecia em voo. Não foram informados, no material disponível, detalhes sobre feridos ou sobre danos relevantes à aeronave. Depois de avaliar a situação, o comandante escolheu retornar a Schiphol, decisão que encerrou a etapa prevista para Curaçao e levou à reorganização da viagem dos passageiros. O retorno ocorreu enquanto o 777-300ER estava sobre o Atlântico, aumentando a relevância operacional da decisão de não continuar o trajeto de longa duração.
O caso ganhou atenção adicional porque o passageiro associado ao power bank foi identificado pela imprensa neerlandesa como Camiel Eurlings, ex-presidente executivo da KLM. A identidade do passageiro tornou o episódio particularmente notável, já que o dispositivo teria sido usado de maneira incompatível com uma regra de segurança aplicada pela própria companhia aérea. A relação entre o passageiro e a empresa é o principal elemento distintivo do caso, além do incêndio e do retorno do voo a Amsterdã.
O episódio também teve desdobramentos para os passageiros afetados pela interrupção. Em informações posteriores, a KLM afirmou que não compensaria automaticamente os viajantes em razão do ocorrido. A posição apresentada pela empresa foi que o evento de segurança a bordo não criaria, por si só, uma obrigação geral de pagamento de compensação. O material disponível não detalha decisões individuais sobre os passageiros, mas registra que eles foram reacomodados depois que o voo KL735 voltou a Schiphol.
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