Força Aérea dos EUA projeta 544 F-35A em 2026
A Força Aérea dos Estados Unidos deverá contar com cerca de 544 caças F-35A em 2026, segundo a projeção do Selected Acquisition Report do Pentágono. Esse total inclui os aviões previstos no inventário, mas não representa necessariamente a quantidade disponível para missões de combate. O mesmo planejamento estima a incorporação de 25 aeronaves durante o ano e a perda de três, indicando que a frota teria começado 2026 com aproximadamente 522 unidades. Quando aplicado o critério de aeronaves codificadas para combate, porém, o número cai para 344, ou cerca de 63% do inventário projetado. A diferença mostra por que não existe uma única contagem oficial capaz de descrever toda a frota de F-35A.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 11 de outubro de 2026 às 19:58 UTC
- Categoria
- Defesa e Militar (DEF)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Estados Unidos · 39.8283, -98.5795
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A Força Aérea dos Estados Unidos deverá contar com cerca de 544 caças F-35A em 2026, segundo a projeção do Selected Acquisition Report do Pentágono. Esse total inclui os aviões previstos no inventário, mas não representa necessariamente a quantidade disponível para missões de combate. O mesmo planejamento estima a incorporação de 25 aeronaves durante o ano e a perda de três, indicando que a frota teria começado 2026 com aproximadamente 522 unidades. Quando aplicado o critério de aeronaves codificadas para combate, porém, o número cai para 344, ou cerca de 63% do inventário projetado. A diferença mostra por que não existe uma única contagem oficial capaz de descrever toda a frota de F-35A.
Os números podem variar conforme o estágio considerado. Uma aeronave entregue é aquela transferida pela Lockheed Martin ao governo, enquanto o inventário reúne todos os aviões pertencentes ao serviço. Já o total combat-coded considera apenas os caças designados para cumprir missões operacionais, dentro da métrica Combat Coded Total Aircraft Inventory. Esse indicador substituiu o antigo Primary Mission Aircraft Inventory e passou a incluir aeronaves de reserva e de reposição por atrito que estejam codificadas para combate. A métrica não inclui aeronaves de combate colaborativo não tripuladas. No ano fiscal de 2026, os 344 F-35A representariam aproximadamente 27% dos 1.271 caças codificados para combate previstos pela Força Aérea, embora os dois números venham de documentos distintos e possam sofrer alterações.
O marco mais visível da expansão ocorreu em 9 de julho de 2025, quando a Força Aérea recebeu seu 500º F-35A. A entrega foi destinada à 125ª Ala de Caça da Guarda Aérea Nacional, em Jacksonville, na Flórida, que se tornou a quarta unidade desse componente a operar o modelo, depois de organizações em Vermont, Wisconsin e Alabama. O F-35A é a versão convencional de decolagem e pouso da família, equipada com um motor e capacidade furtiva. O modelo mede 15,7 metros de comprimento, tem envergadura de 10,7 metros e velocidade máxima próxima de Mach 1,6. A frota está distribuída por bases como Hill, em Utah, Eielson, no Alasca, e RAF Lakenheath, no Reino Unido.
Apesar do crescimento, o F-35A ainda não supera o F-16 na frota de combate codificada. A projeção mantém 488 F-16, enquanto a frota de F-22 deve ser reduzida a 134 aeronaves. O Congressional Budget Office estima que o F-35A só ultrapassará o F-16C e o F-16D como maior frota de caças do Departamento de Defesa em 2030. A Força Aérea afirma precisar de 1.558 caças codificados para combate, contra 1.271 projetados para 2026, uma diferença de 287 aeronaves. Mesmo considerando o F-35 como base da futura estrutura, o serviço solicitou apenas 24 unidades para o ano fiscal de 2026, metade da previsão anterior, em parte porque priorizou o desenvolvimento do F-47 e a compra de F-15EX. A retomada da aquisição em ritmo integral também foi associada ao avanço do programa de modernização Block 4.
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