Ex-agente processa Porto de Seattle e Alaska após colisão no pátio
Tyler King, ex-agente de pátio do Aeroporto Internacional de Seattle-Tacoma, nos Estados Unidos, entrou com uma ação por negligência contra o Porto de Seattle e a Alaska Airlines. O processo está relacionado a uma colisão ocorrida em novembro de 2023, quando um veículo de transporte de bagagens atingiu King durante uma operação no pátio do aeroporto. Segundo o material disponível, ela trabalhava com outros agentes no apoio à saída de um voo da Alaska Airlines no portão N3 e estava posicionada em uma área considerada segura. King afirma que sofreu lesões no cérebro e nas costas e continua convivendo com dores, náuseas e dores de cabeça quase três anos depois do episódio.
Use para compartilhar ou copiar a URL canônica da matéria.
- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 25 de outubro de 2026 às 00:32 UTC
- Categoria
- Incidentes e Seguranca (SEG)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Seattle-Tacoma International Airport · 47.4479, -122.3103
Nota editorial
Tema sensível publicado para acompanhamento editorial. O administrador pode revisar e ajustar depois da publicação.

Tyler King, ex-agente de pátio do Aeroporto Internacional de Seattle-Tacoma, nos Estados Unidos, entrou com uma ação por negligência contra o Porto de Seattle e a Alaska Airlines. O processo está relacionado a uma colisão ocorrida em novembro de 2023, quando um veículo de transporte de bagagens atingiu King durante uma operação no pátio do aeroporto. Segundo o material disponível, ela trabalhava com outros agentes no apoio à saída de um voo da Alaska Airlines no portão N3 e estava posicionada em uma área considerada segura. King afirma que sofreu lesões no cérebro e nas costas e continua convivendo com dores, náuseas e dores de cabeça quase três anos depois do episódio.
A ocorrência aconteceu enquanto a equipe auxiliava a movimentação da aeronave para fora do portão. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o veículo atingiu King por trás. De acordo com as informações reunidas no processo e na cobertura do caso, o condutor não teria percebido a presença da colega, deixou a faixa de circulação determinada para os veículos e utilizou um atalho não autorizado pelo pátio. O material também informa que uma investigação do Porto de Seattle classificou a conduta do operador como extremamente negligente e que o motorista recebeu citações por violações das normas de segurança.
O veículo era operado por um funcionário da McGee Air Services, empresa responsável por atividades de bagagem para a Alaska Airlines e apresentada no material como subsidiária da companhia aérea. A ação judicial questiona a responsabilidade do Porto de Seattle e da Alaska Airlines pelas condições de segurança durante a operação em solo. A alegação central apresentada por King é que, apesar de ter seguido as instruções e permanecido em um local indicado como seguro, ela não recebeu proteção suficiente durante o trabalho. A situação envolve, portanto, tanto a circulação de equipamentos no pátio quanto a supervisão das atividades de apoio às aeronaves.
Em declaração reproduzida na cobertura do caso, o Porto de Seattle afirmou que mantém o foco na segurança de todos os trabalhadores do pátio do aeroporto. A autoridade disse possuir regras específicas para evitar situações perigosas e incidentes, incluindo exigências para que os operadores conduzam os veículos com atenção, sem distrações e atentos ao entorno. O Porto também declarou que a maior parte das operações no pátio é realizada por empregados de companhias aéreas e prestadores de serviço, que devem obedecer às normas estabelecidas para aquela área.
Na mesma manifestação, o Porto atribuiu o episódio à falta de atenção do funcionário da McGee Air Services, afirmando que ele não viu a colega e saiu da faixa de tráfego autorizada. Segundo a declaração, essas condutas violaram as regras e regulamentos da autoridade portuária. O trabalhador teria sido citado conforme as normas do Porto de Seattle, e a empresa responsável também teria recebido uma notificação dirigida ao gerente. O material não apresenta uma decisão judicial sobre a responsabilidade final das partes nem informa eventual conclusão sobre valores de indenização.
Relacionados
Mesma editoria
Nota
Sindicato questiona segurança de arco de 250 pés perto do DCA
A Association of Flight Attendants-CWA questionou a segurança de um arco triunfal de 250 pés, equivalente a cerca de 76 metros, planejado nas proximidades do Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington, conhecido pela sigla DCA. O sindicato afirma que a estrutura acrescentaria um obstáculo ao corredor de aproximação de um aeroporto com espaço aéreo considerado restrito e operações complexas. A preocupação foi apresentada depois de a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos, a FAA, concluir que o projeto não representaria perigo à navegação aérea desde que recebesse sinalização adequada. A entidade também relacionou o debate ao acidente aéreo ocorrido em janeiro de 2025 nas proximidades do aeroporto, que matou 67 pessoas.
SEG · Severidade 1
Mesma editoria
Materia
United 737 MAX 9 pousa em Houston após falha no trem de pouso
O voo UA1854, da United Airlines, declarou emergência durante a aproximação ao Aeroporto Intercontinental George Bush, em Houston, depois que a tripulação identificou uma indicação de que o trem de pouso principal direito não havia baixado corretamente. A situação foi agravada pela redução do combustível disponível, após a aeronave permanecer em coordenação com o controle de tráfego aéreo para verificar a condição do equipamento. Em uma comunicação, os pilotos informaram que restavam aproximadamente 10 a 12 minutos de combustível. O Boeing 737 MAX 9 pousou com segurança, taxiou normalmente até o portão e permitiu o desembarque dos passageiros.