EUA retiram bombardeiros B-1 da base britânica de Fairford
A Força Aérea dos Estados Unidos retirou da base da Royal Air Force em Fairford, no Reino Unido, todos os bombardeiros B-1B Lancer que estavam destacados no local. A confirmação foi divulgada pelo Pentágono depois de uma movimentação observada no início de outubro de 2026. Embora a organização não tenha informado o deslocamento em tempo real por razões de segurança operacional, posteriormente reconheceu que todos os bombardeiros norte-americanos enviados à instalação haviam retornado às suas bases nos Estados Unidos. A retirada ocorreu no contexto de uma investigação de segurança relacionada a prisões realizadas nas proximidades da base militar britânica.
Use para compartilhar ou copiar a URL canônica da matéria.
- Fonte
- AeroTime
- Data
- 5 de outubro de 2026 às 13:32 UTC
- Categoria
- Defesa e Militar (DEF)
- Maturidade
- Nota
- Geolocalização editorial
- RAF Fairford · 51.6836, -1.7892
Nota editorial
Tema sensível publicado para acompanhamento editorial. O administrador pode revisar e ajustar depois da publicação.
Imagem editorial indisponível
Esta matéria ainda não possui imagem de destaque validada pela redação.
A Força Aérea dos Estados Unidos retirou da base da Royal Air Force em Fairford, no Reino Unido, todos os bombardeiros B-1B Lancer que estavam destacados no local. A confirmação foi divulgada pelo Pentágono depois de uma movimentação observada no início de outubro de 2026. Embora a organização não tenha informado o deslocamento em tempo real por razões de segurança operacional, posteriormente reconheceu que todos os bombardeiros norte-americanos enviados à instalação haviam retornado às suas bases nos Estados Unidos. A retirada ocorreu no contexto de uma investigação de segurança relacionada a prisões realizadas nas proximidades da base militar britânica.
Em 4 de outubro de 2026, cerca de 12 aeronaves B-1B foram identificadas deixando o Reino Unido por meio de sites de rastreamento de voos. Segundo o material fornecido, o jornal The New York Times informou que três aeronaves pousaram em Dakota do Sul. A movimentação observada foi posteriormente associada à confirmação oficial de que os bombardeiros destacados para Fairford haviam sido redistribuídos para instalações localizadas em território continental dos Estados Unidos. O número de aeronaves visualizado corresponde ao contingente de B-1 mencionado nas informações complementares, embora o Pentágono tenha adotado uma formulação mais ampla ao se referir a todos os bombardeiros deslocados para a base.
A decisão foi tomada depois de detenções ligadas a uma suspeita de preparação de atos terroristas nas proximidades de RAF Fairford. No fim de setembro de 2026, cinco cidadãos britânicos de Londres foram presos sob suspeita de infrações previstas na legislação britânica sobre explosivos e de preparação de um ato terrorista. Em 1º de outubro, um sexto homem, descrito como cidadão britânico de origem iraniana, também foi detido sob suspeita relacionada à preparação de atos terroristas. Conforme o conteúdo fornecido, todos os seis suspeitos foram posteriormente liberados sob fiança.
As autoridades ainda investigavam as circunstâncias do caso e a possível relação dos detidos com uma ameaça contra a instalação. O primeiro-ministro britânico Andy Burnham e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicaram que o Irã estaria envolvido na suposta trama. A investigação britânica também examinava a possibilidade de que os cinco homens presos perto de Fairford tivessem sido recrutados sem conhecimento completo de seus objetivos. Essas alegações aparecem no material como elementos de uma apuração em andamento, e não como conclusões definitivas sobre autoria, motivação ou responsabilidade.
A declaração do Pentágono ressaltou que os aviadores responsáveis pela força de bombardeiros dos Estados Unidos, incluindo as unidades equipadas com B-1, B-2 e B-52, continuavam preparados para executar missões de ataque de precisão em escala global. O órgão acrescentou que essas operações podem ser iniciadas e concluídas a partir dos Estados Unidos, permitindo manter a capacidade operacional mesmo sem a permanência dos aviões em Fairford. O material complementar informa que a retirada envolveu todos os bombardeiros norte-americanos destacados para a base, mas não detalha outras medidas operacionais adotadas após a saída.
Relacionados
Mesma editoria
Materia
Boeing reformula contratos de caças para reduzir riscos financeiros
A Boeing afirma que os novos contratos para os caças F-47 e F/A-XX foram estruturados para evitar perdas financeiras semelhantes às registradas em programas de defesa anteriores. A estratégia marca uma mudança na forma como a empresa pretende conduzir projetos de desenvolvimento militar, após anos de estouros de custos associados a contratos de preço fixo. Segundo as informações disponíveis, a companhia considera as recentes conquistas junto à Força Aérea e à Marinha dos Estados Unidos parte de uma recuperação de sua área de defesa e de uma nova posição no segmento de aeronaves de combate de sexta geração.
DEF · Severidade 1
Mesma editoria
Materia
Bombardier e BAE Systems avaliam cooperação em combate aéreo
A Bombardier e a BAE Systems assinaram um memorando de entendimento para avaliar oportunidades de cooperação em tecnologias e capacidades industriais destinadas a futuros programas de combate aéreo. O acordo estabelece uma estrutura inicial para que as empresas identifiquem projetos de interesse comum e examinem possibilidades de trabalho conjunto. A análise deverá considerar requisitos futuros de capacidade, prioridades governamentais e objetivos industriais. O documento não representa, por si só, a contratação de uma aeronave de combate ou a escolha das empresas para um programa específico.