Embraer atinge carteira recorde de US$ 35,7 bilhões
A Embraer encerrou o terceiro trimestre de 2026 com uma carteira consolidada de pedidos de US$ 35,7 bilhões, o maior nível já registrado pela companhia. O valor representa crescimento de 3% sobre o trimestre anterior e de 14% na comparação anual. O resultado foi associado a uma sequência de avanços recentes: a carteira havia terminado o segundo trimestre em US$ 34,5 bilhões e o quarto trimestre de 2025 em US$ 31,6 bilhões. A expansão ocorreu nas diferentes áreas de negócio, com contribuições relevantes da aviação executiva, de Defesa e Segurança e das atividades de serviços e suporte. A aviação comercial, entretanto, continuou respondendo pela maior parcela financeira da carteira.
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- Fonte
- AeroTime
- Data
- 23 de outubro de 2026 às 20:14 UTC
- Categoria
- Fabricantes e Industria (IND)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Embraer Sao Jose dos Campos (sede/montagem) · -23.2237, -45.9009

A Embraer encerrou o terceiro trimestre de 2026 com uma carteira consolidada de pedidos de US$ 35,7 bilhões, o maior nível já registrado pela companhia. O valor representa crescimento de 3% sobre o trimestre anterior e de 14% na comparação anual. O resultado foi associado a uma sequência de avanços recentes: a carteira havia terminado o segundo trimestre em US$ 34,5 bilhões e o quarto trimestre de 2025 em US$ 31,6 bilhões. A expansão ocorreu nas diferentes áreas de negócio, com contribuições relevantes da aviação executiva, de Defesa e Segurança e das atividades de serviços e suporte. A aviação comercial, entretanto, continuou respondendo pela maior parcela financeira da carteira.
Na aviação comercial, a companhia registrou 36 pedidos firmes e 30 direitos de compra ou opções para aeronaves da família E2 durante o trimestre. Entre os movimentos comerciais destacados estão encomendas de E-Jets feitas pelo Abra Group e pela ANA Holdings. O período foi descrito como marcado por forte atividade comercial, em um contexto de recuperação da demanda por aeronaves regionais e de ampliação da presença da fabricante em diferentes mercados. O material complementar também relaciona o desempenho da carteira a uma encomenda firme de 90 jatos E175 pela American, destinada à substituição de aeronaves regionais de 50 assentos. Esse pedido, contudo, aparece como informação contextual associada ao período, sem detalhamento adicional sobre sua contabilização na carteira consolidada.
A aviação executiva alcançou uma carteira recorde de US$ 8,2 bilhões, alta de 5% em relação ao segundo trimestre de 2026. A divisão também teve como marcos o lançamento do Phenom 300EV e a entrega do primeiro Praetor 600E ao cliente de lançamento, a Flexjet. Esses eventos combinaram a apresentação de um novo produto com a entrada em operação de uma aeronave já destinada a um cliente específico. O avanço da área executiva foi apontado como uma das principais contribuições para o crescimento amplo da carteira, embora a evolução tenha ocorrido em conjunto com o desempenho das demais unidades. A empresa, portanto, encerrou o período com expansão tanto em aeronaves comerciais quanto em modelos voltados ao mercado corporativo.
Em Defesa e Segurança, a carteira chegou a US$ 6,1 bilhões no terceiro trimestre, aumento de 56% em relação ao mesmo período de 2025. Entre os contratos de maior destaque está o pedido de dois KC-390 Millennium feito, em agosto de 2026, pela Fuerza Aeroespacial Colombiana, com valor aproximado de US$ 366,4 milhões. A Embraer informou ainda que possuía 43 pedidos firmes do KC-390 Millennium e 25 do A-29 Super Tucano. O crescimento anual da divisão foi mais acelerado que o da carteira consolidada, indicando uma contribuição expressiva dos negócios de defesa para a expansão registrada no período. O material não atribui esse avanço a uma causa única nem detalha a distribuição geográfica completa dos contratos.
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