Boeing 737 MAX, 747-8 e 787 enfrentam problemas únicos em seus motores
As chevrons — serrilhados instalados nas nacelas dos motores do Boeing 737 MAX, 747-8 e 787 Dreamliner — foram projetadas para reduzir o ruído durante a operação das aeronaves. No entanto, análises e relatos do setor indicam que o recurso trouxe mais desvantagens do que benefícios para essas três famílias de jatos. Entre os problemas relatados estão maior arrasto aerodinâmico, aumento no consumo de combustível e desafios adicionais de manutenção, em comparação com outras aeronaves modernas que não adotam esse design.
Use para compartilhar ou copiar a URL canônica da matéria.
- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 13 de julho de 2026 às 12:28 UTC
- Categoria
- Fabricantes e Industria (IND)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Boeing Everett Factory (767/777/777X) · 47.9253, -122.2010

As chevrons — serrilhados instalados nas nacelas dos motores do Boeing 737 MAX, 747-8 e 787 Dreamliner — foram projetadas para reduzir o ruído durante a operação das aeronaves. No entanto, análises e relatos do setor indicam que o recurso trouxe mais desvantagens do que benefícios para essas três famílias de jatos. Entre os problemas relatados estão maior arrasto aerodinâmico, aumento no consumo de combustível e desafios adicionais de manutenção, em comparação com outras aeronaves modernas que não adotam esse design.
A questão afeta diretamente a operação de companhias aéreas brasileiras. A Gol Linhas Aéreas opera uma das maiores frotas do 737 MAX no mundo, e a LATAM mantém aviões 787 Dreamliner em sua frota de longa distância, ambas potencialmente expostas aos custos de manutenção e eficiência comprometidos pelo design das chevrons.
Publicado originalmente por Simple Flying, disponível em https://simpleflying.com/how-boeing-737-max-747-8-787-dreamliner-engine-create-problems-no-other-modern-jet-faces/
Relacionados
Mesma editoria
Materia
Airbus eleva lucro e entrega 547 aeronaves até setembro
A Airbus registrou lucro líquido de 1,34 bilhão de euros no terceiro trimestre de 2026, avanço de 20% sobre o mesmo período do ano anterior. A receita consolidada entre julho e setembro foi de 17,5 bilhões de euros, uma redução de 2% na comparação anual. No acumulado dos nove primeiros meses, porém, a receita chegou a 50,6 bilhões de euros, crescimento de 7%. Entre janeiro e setembro, a fabricante entregou 547 aeronaves comerciais, contra 507 no mesmo intervalo de 2025, e manteve a previsão de concluir o ano com aproximadamente 870 aviões entregues, desde que não ocorram novas interrupções relevantes nas condições consideradas pela empresa.
IND · Severidade 1
Mesma editoria
Materia
Airbus mantém meta de entregas apesar de queda nos resultados do terceiro trimestre
A Airbus manteve a previsão de entregar cerca de 870 aeronaves comerciais em 2026, mesmo após registrar redução nas entregas e nos resultados do terceiro trimestre. No período, os ganhos da divisão de aeronaves comerciais recuaram 12%, para €1,38 bilhão. A fabricante também preservou suas metas de aumento da produção, indicando que continua planejando uma aceleração das entregas nos meses finais do ano. A companhia atribuiu parte do desempenho mais fraco ao menor número de aviões comerciais entregues e a efeitos de composição do mix de produtos.