Air Canada encerra ligação Toronto-Mumbai e reorganiza voos para a Índia
A Air Canada não retomará o serviço entre o Aeroporto Internacional Pearson, em Toronto, e o Aeroporto de Mumbai no próximo ano, segundo a programação descrita no material. A decisão faz parte de uma reorganização das operações da companhia no mercado indiano. A rota era oferecida com uma escala no Aeroporto de Heathrow, em Londres, e utilizava aeronaves Boeing 787-8 e 787-9. Com a mudança, a Air India assumirá a ligação entre Toronto e Mumbai, enquanto a Air Canada deverá direcionar seus aviões para outros mercados de longo curso. O serviço da companhia canadense foi registrado pela última vez em março de 2026.
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A Air Canada não retomará o serviço entre o Aeroporto Internacional Pearson, em Toronto, e o Aeroporto de Mumbai no próximo ano, segundo a programação descrita no material. A decisão faz parte de uma reorganização das operações da companhia no mercado indiano. A rota era oferecida com uma escala no Aeroporto de Heathrow, em Londres, e utilizava aeronaves Boeing 787-8 e 787-9. Com a mudança, a Air India assumirá a ligação entre Toronto e Mumbai, enquanto a Air Canada deverá direcionar seus aviões para outros mercados de longo curso. O serviço da companhia canadense foi registrado pela última vez em março de 2026.
A operação da Air Canada combinava dois trechos sob os números de voo AC856 e AC857. No sentido de Toronto para Mumbai, o avião partia do Canadá às 20h25 e chegava a Heathrow às 8h30 do dia seguinte. Após a conexão em Londres, o voo prosseguia ao meio-dia para Mumbai, com chegada prevista às 2h15 da madrugada seguinte. Esse segundo segmento era realizado como um serviço de quinta liberdade, permitindo que a companhia transportasse passageiros entre o Reino Unido e a Índia como parte de uma operação que começava no Canadá.
No retorno, o voo deixava Mumbai às 4h10 e chegava a Londres às 9h20. A etapa seguinte para Toronto saía às 13h, com pouso previsto para as 16h. Os dois sentidos eram programados diariamente. A estrutura oferecia à Air Canada uma forma de manter presença em Mumbai por meio de sua rede em Heathrow, em vez de operar toda a ligação entre Toronto e a Índia sem escalas. A utilização alternada dos modelos Boeing 787-8 e 787-9 refletia a presença desses aviões na frota de longo curso empregada pela empresa.
Com a saída de Mumbai, a Air Canada passará a ter apenas um destino indiano em sua malha, de acordo com o conteúdo fornecido: o Aeroporto Internacional Indira Gandhi, em Nova Délhi. A companhia mantém voos diretos durante todo o ano entre Toronto e Nova Délhi, além de oferecer frequências sazonais entre Montreal e a capital indiana. O material também informa que a Air India deverá operar a futura ligação Toronto-Mumbai com escala em Roma Fiumicino no trecho entre a Índia e o Canadá, enquanto o voo de retorno deverá ser realizado sem escalas. A alteração, portanto, modifica tanto a empresa responsável pelo serviço quanto o desenho operacional da rota.
A revisão da malha indiana ocorre paralelamente a outros ajustes internacionais da Air Canada. A empresa planeja retomar voos para Tel Aviv e Dubai, mas esses planos estão condicionados à situação geopolítica no Oriente Médio. A programação apresentada prevê um serviço diário entre Toronto e Tel Aviv a partir de novembro de 2026, com Boeing 787-8 ou 787-9. Para Dubai, está indicado um voo diário a partir de março de 2027, operado com Boeing 787-9. Também aparece uma ligação três vezes por semana entre Montreal e Tel Aviv, prevista para começar em maio de 2027, com Boeing 787-8.

