Superjet da Azimuth retorna a Yerevan após falha técnica
Um Sukhoi Superjet 100 de passageiros, operado pela companhia aérea russa Azimuth, retornou ao Aeroporto Internacional Zvartnots, em Yerevan, na Armênia, pouco depois da decolagem. A aeronave acionou o código 7700 cerca de 20 minutos após deixar o aeroporto, enquanto sobrevoava a região próxima a Tsilkar, localidade situada aproximadamente 50 quilômetros ao norte da capital armênia. O código é utilizado internacionalmente pelos pilotos para informar ao controle de tráfego aéreo a existência de uma emergência geral. Segundo as informações disponíveis, o retorno ocorreu depois de uma falha técnica, embora não tenham sido divulgados detalhes sobre o sistema afetado, a natureza do problema ou eventuais consequências para passageiros e tripulantes.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 29 de outubro de 2026 às 19:10 UTC
- Categoria
- Incidentes e Seguranca (SEG)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Yerevan, Armenia · 40.1792, 44.4991

Um Sukhoi Superjet 100 de passageiros, operado pela companhia aérea russa Azimuth, retornou ao Aeroporto Internacional Zvartnots, em Yerevan, na Armênia, pouco depois da decolagem. A aeronave acionou o código 7700 cerca de 20 minutos após deixar o aeroporto, enquanto sobrevoava a região próxima a Tsilkar, localidade situada aproximadamente 50 quilômetros ao norte da capital armênia. O código é utilizado internacionalmente pelos pilotos para informar ao controle de tráfego aéreo a existência de uma emergência geral. Segundo as informações disponíveis, o retorno ocorreu depois de uma falha técnica, embora não tenham sido divulgados detalhes sobre o sistema afetado, a natureza do problema ou eventuais consequências para passageiros e tripulantes.
As informações iniciais foram divulgadas por um canal russo no Telegram, que relacionou o acionamento do código de emergência a um defeito técnico. O material também afirma que a aeronave tinha mais de oito anos de operação. Ainda não foi identificado publicamente qual dos Superjet 100 da Azimuth estava envolvido, embora a empresa opere uma frota de 19 jatos desse modelo. Entre os aviões da companhia com idade entre oito e nove anos estão as aeronaves de matrículas RA-89093, RA-89096, RA-89094, RA-89095, RA-89120 e RA-89121. Esses aviões receberam, respectivamente, os nomes Neva, Moskva, Kuban, Irtysh, Oka e Ob, segundo os dados mencionados no material.
O mesmo relato afirma que a aeronave envolvida já teria passado por um episódio anterior em Yerevan, em 2025. Na ocasião, o jato não conseguiu ganhar altitude durante a tentativa de decolagem e precisou retornar à posição de estacionamento. Não há, contudo, confirmação apresentada no material sobre qual aeronave participou daquele evento nem sobre uma eventual relação entre os dois episódios. A companhia ainda não havia fornecido uma explicação pública detalhada sobre o retorno mais recente quando as informações foram reunidas. Também não foram apresentados dados sobre feridos, danos estruturais, cancelamentos ou a continuidade da operação do voo após o pouso em Zvartnots.
O caso se soma a outros incidentes envolvendo aeronaves da Azimuth mencionados no material. Em 24 de novembro de 2024, um Superjet 100 da empresa teve um incêndio no motor depois de pousar no Aeroporto de Antalya, na Turquia, em um voo procedente de Sochi. Havia 89 passageiros e seis tripulantes a bordo, e todos deixaram a aeronave pelas escorregadeiras de emergência. O avião sofreu danos substanciais, enquanto a Azimuth atribuiu o ocorrido a um episódio de cisalhamento do vento durante o pouso. Em outro caso, um Superjet 100 que voava para Yerevan perdeu uma carenagem do ventilador pouco depois de decolar de Mineralnye Vody; peças foram posteriormente encontradas no terreno do aeroporto.
O material também relaciona a situação operacional da aviação russa às sanções impostas ao país após o início da guerra promovida pelo governo de Vladimir Putin na Ucrânia. A avaliação apresentada é de que as restrições, que dificultam o acesso a peças estrangeiras, podem ter afetado a manutenção e a segurança operacional das companhias russas; essa relação, porém, é apresentada como uma interpretação, não como causa confirmada deste retorno a Yerevan. O Superjet 100 utiliza componentes de origem ocidental, apesar de ser fabricado na Rússia, e foram citados casos, em 2023, de aeronaves novas aguardando motores enquanto recebiam unidades mais antigas. O material ainda menciona dados segundo os quais incidentes de segurança na aviação russa teriam triplicado desde o início das sanções, incluindo emergências e pousos forçados associados a problemas de motor ou sistemas hidráulicos. Também é apontada a dificuldade de realizar manutenções profundas, normalmente previstas em intervalos de dois a seis anos, diante da ausência de instalações certificadas no país para esses serviços.
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