Ryanair 737 Max estoura pneus em pouso com antiderrapante inativo na Itália
Investigadores italianos concluíram que a aplicação prematura dos freios durante um pouso com o sistema antiderrapante inoperante provocou o travamento das rodas do trem de pouso principal de um Boeing 737 Max 8-200 da Ryanair no aeroporto de Bérgamo. O incidente resultou no estouro dos quatro pneus da aeronave ainda no toque com a pista, de acordo com o relatório da investigação. O episódio envolveu ainda um atraso na implementação manual do speedbrake, dispositivo de frenagem aerodinâmica, o que contribuiu para a sequência de eventos registrada pelos investigadores. A investigação apontou que a combinação do acionamento antecipado dos freios com a ausência de funcionamento do sistema antiderrapante causou o travamento imediato das rodas no momento do toque. Como consequência, todos os quatro pneus do trem de pouso principal se romperam, provocando danos tanto à aeronave quanto à pista do aeroporto. O material não detalha, nesse trecho, o estado dos passageiros e da tripulação nem eventuais ferimentos. O caso se refere ao modelo 737 Max 8-200, variante do Boeing 737 Max operada pela Ryanair, e foi analisado por investigadores italianos responsáveis pelo relatório final. O material de origem não apresenta, no trecho disponível, informações sobre medidas corretivas adotadas pela companhia aérea, recomendações específicas emitidas pelos investigadores ou eventuais alterações operacionais decorrentes do episódio. Reportagem publicada pela FlightGlobal apresenta o caso e reúne os principais achados da investigação.
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- Fonte
- FlightGlobal
- Data
- 28 de julho de 2026 às 19:22 UTC
- Categoria
- Incidentes e Seguranca (SEG)
- Maturidade
- Nota
- Geolocalização editorial
- Itália · 41.8719, 12.5674

Investigadores italianos concluíram que a aplicação prematura dos freios durante um pouso com o sistema antiderrapante inoperante provocou o travamento das rodas do trem de pouso principal de um Boeing 737 Max 8-200 da Ryanair no aeroporto de Bérgamo. O incidente resultou no estouro dos quatro pneus da aeronave ainda no toque com a pista, de acordo com o relatório da investigação. O episódio envolveu ainda um atraso na implementação manual do speedbrake, dispositivo de frenagem aerodinâmica, o que contribuiu para a sequência de eventos registrada pelos investigadores.
A investigação apontou que a combinação do acionamento antecipado dos freios com a ausência de funcionamento do sistema antiderrapante causou o travamento imediato das rodas no momento do toque. Como consequência, todos os quatro pneus do trem de pouso principal se romperam, provocando danos tanto à aeronave quanto à pista do aeroporto. O material não detalha, nesse trecho, o estado dos passageiros e da tripulação nem eventuais ferimentos.
O caso se refere ao modelo 737 Max 8-200, variante do Boeing 737 Max operada pela Ryanair, e foi analisado por investigadores italianos responsáveis pelo relatório final. O material de origem não apresenta, no trecho disponível, informações sobre medidas corretivas adotadas pela companhia aérea, recomendações específicas emitidas pelos investigadores ou eventuais alterações operacionais decorrentes do episódio. Reportagem publicada pela FlightGlobal apresenta o caso e reúne os principais achados da investigação.
Impacto no Brasil: O material fornecido não apresenta impacto direto no Brasil. É possível inferir que companhias aéreas que operam o Boeing 737 Max em rotas internacionais possam acompanhar o caso como referência para procedimentos de pouso, mas o trecho disponível não traz elementos que sustentem uma repercussão explícita no país.
Fonte: FlightGlobal
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