Influenciador é banido após inflar colete em voo da Jetstar
O influenciador australiano Hugh Lovett foi proibido de voar com a Jetstar e a Qantas depois de inflar um colete salva-vidas dentro da cabine durante a demonstração de segurança do voo JQ768, entre o Aeroporto Kingsford Smith, em Sydney, e Adelaide. O episódio ocorreu antes da decolagem e foi registrado em vídeo, posteriormente compartilhado nas redes sociais. A gravação mostra o equipamento sendo acionado enquanto a mensagem de segurança orientava os passageiros a inflá-lo somente depois de deixar a aeronave. Lovett afirmou que tratava o ato como uma brincadeira e reconheceu que não havia seguido atentamente as instruções da tripulação.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 23 de outubro de 2026 às 18:58 UTC
- Categoria
- Companhias Aereas (CIA)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Aeroporto Kingsford Smith (SYD), Sydney · -33.9399, 151.1753

O influenciador australiano Hugh Lovett foi proibido de voar com a Jetstar e a Qantas depois de inflar um colete salva-vidas dentro da cabine durante a demonstração de segurança do voo JQ768, entre o Aeroporto Kingsford Smith, em Sydney, e Adelaide. O episódio ocorreu antes da decolagem e foi registrado em vídeo, posteriormente compartilhado nas redes sociais. A gravação mostra o equipamento sendo acionado enquanto a mensagem de segurança orientava os passageiros a inflá-lo somente depois de deixar a aeronave. Lovett afirmou que tratava o ato como uma brincadeira e reconheceu que não havia seguido atentamente as instruções da tripulação.
O voo era operado pela Jetstar e fazia parte de uma rota doméstica regular entre as duas cidades australianas. Embora Lovett e os demais integrantes de seu grupo tenham permanecido a bordo durante a viagem, a tripulação determinou que ele mudasse de assento. A medida foi necessária porque o colete associado ao lugar ocupado havia sido acionado e, portanto, deixou de estar disponível em condições normais de uso. A mudança só foi possível porque havia espaço suficiente na aeronave; em um voo lotado, a situação poderia exigir providências operacionais diferentes.
Na chegada a Adelaide, Lovett foi abordado e retirado da aeronave por policiais. As autoridades informaram que as apurações continuavam e que novos comentários seriam feitos no momento apropriado. Posteriormente, o passageiro relatou ter recebido a confirmação de uma proibição de embarque válida para a Jetstar e para a Qantas, companhia controladora do grupo. Ele afirmou que a restrição seria temporária enquanto o caso estivesse sob análise, mas as empresas não divulgaram publicamente a duração da medida.
A Jetstar declarou que não tolera comportamentos capazes de colocar passageiros e tripulantes em risco. A empresa também reforçou que os clientes são obrigados por lei a seguir as instruções da tripulação durante o voo e não podem remover, manipular ou adulterar equipamentos de segurança sem autorização. A orientação para não inflar o colete dentro da cabine não é meramente parte da demonstração: o equipamento cheio pode limitar os movimentos, dificultar a passagem pelos corredores e atrapalhar uma eventual evacuação, especialmente no espaço reduzido entre as fileiras de assentos.
As instruções de segurança determinam que o colete seja inflado apenas depois que o passageiro estiver fora da aeronave, mesmo em uma emergência que envolva pouso na água. Inflá-lo antes da saída pode dificultar a movimentação e aumentar o risco de retenção no interior da cabine. Um exemplo frequentemente associado a esse alerta ocorreu no acidente do voo 961 da Ethiopian Airlines, em 1996. Após a aeronave realizar um pouso forçado no Oceano Índico por falta de combustível, muitos passageiros morreram depois de inflar os coletes ainda dentro do avião, o que teria contribuído para que ficassem presos na aeronave em processo de afundamento.
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