Incêndio atinge motor de A320 da LATAM em Lima antes da decolagem
Um Airbus A320 operado pela LATAM apresentou chamas no motor número 1 enquanto aguardava autorização para ingressar na pista de decolagem do Aeroporto de Lima, no Peru, em 19 de outubro de 2026. A aeronave estava posicionada no ponto de espera V1 e se preparava para realizar o voo LPE2302, de Lima para Piura. Controladores da Torre de Lima observaram as chamas saindo da parte traseira do motor e avisaram a tripulação. Os pilotos desligaram o propulsor, e as chamas deixaram de ser visíveis. As autoridades ainda não confirmaram a causa do incêndio.
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Um Airbus A320 operado pela LATAM apresentou chamas no motor número 1 enquanto aguardava autorização para ingressar na pista de decolagem do Aeroporto de Lima, no Peru, em 19 de outubro de 2026. A aeronave estava posicionada no ponto de espera V1 e se preparava para realizar o voo LPE2302, de Lima para Piura. Controladores da Torre de Lima observaram as chamas saindo da parte traseira do motor e avisaram a tripulação. Os pilotos desligaram o propulsor, e as chamas deixaram de ser visíveis. As autoridades ainda não confirmaram a causa do incêndio.
O avião envolvido é identificado como um Airbus A320 de matrícula CC-BFS, operado pela LATAM. No momento da ocorrência, a aeronave ainda não havia recebido autorização para alinhar na pista 16R. A posição de espera V1 fica antes do ingresso na pista, de modo que o incidente ocorreu enquanto o jato permanecia em solo, durante a etapa de preparação para a partida. A informação disponível não indica que a aeronave estivesse em movimento de decolagem ou já tivesse iniciado a corrida na pista.
Segundo os detalhes divulgados sobre o caso, os controladores perceberam as chamas no tubo de saída do motor número 1. O fogo se estendia para trás, acompanhando a direção do fluxo de gases do escapamento. A observação foi feita a partir da torre, que comunicou imediatamente a situação à tripulação. Após o desligamento do motor afetado, o material consultado informa que as chamas não foram mais vistas. Não há, nas informações fornecidas, descrição de danos adicionais à aeronave ou de ferimentos relacionados ao episódio.
A ocorrência foi classificada como um incidente grave nos registros oficiais mencionados no material. A resposta envolveu a comunicação entre o controle de tráfego aéreo e a tripulação, além da mobilização de procedimentos de emergência e da continuidade da apuração pelas autoridades peruanas. Entretanto, os dados disponíveis não esclarecem se houve acionamento de equipes específicas no local, nem informam o destino posterior da aeronave ou a situação do voo programado. Também não foi divulgada uma conclusão técnica sobre o componente ou sistema que teria iniciado as chamas.
A causa permanece em aberto. Os relatos disponíveis registram o incêndio no motor número 1 e a interrupção imediata da operação por meio do desligamento do propulsor, mas não apresentam uma determinação oficial sobre falha mecânica, ingestão de material, vazamento ou qualquer outro mecanismo. Portanto, não é possível atribuir o evento a uma causa específica com base nas informações fornecidas. A investigação deverá considerar os registros da aeronave, as condições do motor e os dados operacionais do momento, embora nenhum desses elementos tenha sido detalhado nos comunicados citados.
O caso ocorreu antes da decolagem do voo entre Lima e Piura, quando a aeronave aguardava instruções para ocupar a pista 16R. Essa circunstância permitiu que a situação fosse identificada por observadores da torre e comunicada à tripulação enquanto o avião ainda estava no ponto de espera. O material também não informa se outros voos foram afetados ou se houve interrupções no funcionamento do aeroporto. Até a divulgação dos detalhes adicionais, permaneciam confirmados apenas a localização da aeronave, o momento operacional do evento, a presença de chamas no escapamento do motor e o desligamento realizado pela tripulação.


