Heathrow concentra 11 das mais longas rotas sem escalas
A programação entre outubro de 2026 e agosto de 2027 identifica 11 dos voos sem escalas mais longos associados ao aeroporto de Londres Heathrow. A lista é liderada pelo trecho entre Perth e Heathrow, com tempo máximo de bloco de 17 horas e 50 minutos, seguido pela ligação entre Taipei e Londres, com 16 horas e 10 minutos. O levantamento considera o tempo de portão a portão, incluindo deslocamentos em solo, duração prevista do voo e uma margem para atrasos breves. Em alguns casos, as marcas são ampliadas por desvios para evitar áreas do espaço aéreo com restrições ou limitações operacionais.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 20 de outubro de 2026 às 23:50 UTC
- Categoria
- Rotas e Aliancas (RTA)
- Maturidade
- Nota
- Geolocalização editorial
- London Heathrow Airport · 51.4707, -0.4599

A programação entre outubro de 2026 e agosto de 2027 identifica 11 dos voos sem escalas mais longos associados ao aeroporto de Londres Heathrow. A lista é liderada pelo trecho entre Perth e Heathrow, com tempo máximo de bloco de 17 horas e 50 minutos, seguido pela ligação entre Taipei e Londres, com 16 horas e 10 minutos. O levantamento considera o tempo de portão a portão, incluindo deslocamentos em solo, duração prevista do voo e uma margem para atrasos breves. Em alguns casos, as marcas são ampliadas por desvios para evitar áreas do espaço aéreo com restrições ou limitações operacionais.
Heathrow aparece como um dos principais centros mundiais para aeronaves de fuselagem larga. Dados de programação indicam 257 partidas diárias desse tipo no aeroporto, número associado à escassez de slots e à estrutura de preços, que favorecem o uso de aeronaves maiores pelas companhias. O aeroporto também registra 244 serviços diários de longo curso e uma média de 217 assentos por voo, a segunda maior entre os 15 aeroportos mais movimentados do mundo. Esse perfil ajuda a explicar a concentração de rotas intercontinentais extensas e a presença de diversos modelos de grande capacidade na operação.
A ligação Perth–Heathrow tem a maior marca da relação, mas sua operação sofre alterações. Por causa das condições relacionadas à guerra no Irã, o voo da Qantas no sentido Perth–Londres utiliza uma parada técnica em Singapura para reabastecimento e troca de tripulação. Essa parada não funciona como uma etapa comercialmente vendável de forma independente. A retomada dos voos sem escalas está programada para 1º de fevereiro, embora a evolução do conflito possa alterar esse cronograma. A operação utiliza o Boeing 787-9, e os tempos variam conforme a direção do voo, os ventos e a autonomia disponível.
A segunda posição é ocupada pelo serviço Taipei–Heathrow da China Airlines, realizado cinco vezes por semana com o Airbus A350-900. O desvio para evitar o espaço aéreo chinês, em razão das tensões entre Taiwan e China, eleva o tempo máximo de bloco para 16 horas e 10 minutos. Na sequência aparecem Tóquio–Heathrow, com até cinco voos diários combinados de British Airways, Japan Airlines e All Nippon Airways; Bandar Seri Begawan–Heathrow, da Royal Brunei; e Seul–Heathrow, operado por Asiana, Korean Air e Virgin Atlantic. A relação inclui diferentes frequências e aeronaves, e o tempo indicado representa o maior valor registrado entre as companhias em cada mercado.
Também estão entre os trechos mais longos as ligações Singapura–Heathrow, Hong Kong–Heathrow e Xangai–Heathrow, com tempos máximos de 14 horas e 55 minutos, 14 horas e 50 minutos e 14 horas e 50 minutos, respectivamente. British Airways, Qantas, Singapore Airlines, Cathay Pacific e China Eastern aparecem nessas operações com Airbus A380, A350, Boeing 777 e Boeing 787, conforme o trecho. Kuala Lumpur–Heathrow chega a 14 horas e 15 minutos, com serviços da British Airways e Malaysia Airlines. O voo da British Airways para Melbourne a partir de Kuala Lumpur está previsto para continuar em janeiro, acrescentando uma mudança operacional ao mercado.
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