GOL conclui voos simulados com A330neo entre Rio e Lisboa
A GOL concluiu uma operação simulada de ida e volta entre o Rio de Janeiro e Lisboa com um Airbus A330-900, em uma etapa de preparação para ampliar o uso de aeronaves de fuselagem larga em voos de longo curso. O trajeto foi realizado sem passageiros comerciais e reproduziu as características de uma operação internacional regular. A atividade integrou o processo de certificação da companhia para operar o A330neo e foi acompanhada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que avalia os procedimentos necessários para a inclusão do modelo nas Especificações Operativas da empresa.
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- Fonte
- Pesquisa Web (IA)
- Data
- 21 de outubro de 2026 às 02:34 UTC
- Categoria
- Aviacao Comercial (AVC)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Rio de Janeiro · -22.9068, -43.1729

A GOL concluiu uma operação simulada de ida e volta entre o Rio de Janeiro e Lisboa com um Airbus A330-900, em uma etapa de preparação para ampliar o uso de aeronaves de fuselagem larga em voos de longo curso. O trajeto foi realizado sem passageiros comerciais e reproduziu as características de uma operação internacional regular. A atividade integrou o processo de certificação da companhia para operar o A330neo e foi acompanhada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que avalia os procedimentos necessários para a inclusão do modelo nas Especificações Operativas da empresa.
O primeiro trecho partiu do Aeroporto Internacional do Galeão em 14 de outubro, identificado pelo número G39684. A aeronave utilizada foi o A330-900 de matrícula PS-WGH, atualmente empregado pela companhia no processo de preparação operacional. O voo chegou a Lisboa depois de 9 horas e 19 minutos, permitindo à GOL demonstrar, em uma rota internacional de longa distância, a atuação de suas equipes técnicas e de cabine com o modelo de fuselagem larga.
O retorno para o Brasil ocorreu em 15 de outubro, sob o número G39685, e o pouso no Rio de Janeiro foi registrado à 0h13 de 17 de outubro. O trecho de volta durou 9 horas e 17 minutos. A realização dos dois voos permitiu simular uma missão completa entre os dois países, incluindo a operação da aeronave, o trabalho da tripulação e os procedimentos associados a uma ligação internacional regular, embora não tenha havido venda de assentos ao público.
A presença de representantes da ANAC fez parte da avaliação exigida para a homologação da operação da GOL com o Airbus A330-900. Segundo o material fornecido, a agência acompanhou os procedimentos realizados pelas tripulações técnica e de cabine durante a viagem. Essa supervisão é uma etapa necessária antes que o modelo possa ser formalmente incluído nas Especificações Operativas da companhia, documento que define as aeronaves e condições sob as quais a empresa está autorizada a operar.
O voo utilizou o primeiro A330-900neo da GOL, descrito no material complementar como uma aeronave de treinamento até a chegada de outras unidades provenientes da Azul. A empresa vem preparando o modelo para suas operações próprias de longo curso, com a expectativa de ampliar a utilização do jato em rotas internacionais. A realização do simulado entre o Galeão e Lisboa demonstra a escolha de uma ligação intercontinental como referência para os testes, mas o material não informa, neste registro, uma data específica para o início de novas frequências comerciais próprias com o A330neo.
A conexão entre Rio de Janeiro e Lisboa também aparece em registros anteriores como parte da expansão internacional da GOL. Uma cobertura de setembro informou o lançamento da rota direta entre o Galeão e a capital portuguesa, com previsão de quatro frequências semanais de ida e volta e utilização de um A330 em configuração internacional. O exercício concluído em outubro, contudo, teve finalidade distinta: tratou-se de uma operação sem passageiros comerciais, voltada à preparação e à certificação da companhia para o emprego do A330-900. Assim, os voos reforçam a transição operacional da GOL para aeronaves de maior porte em missões intercontinentais, sem confirmar, por si só, alterações adicionais na malha comercial.
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