easyJet retira 18 rotas do Reino Unido e deixa Leeds Bradford
A easyJet removeu cerca de 18 rotas sem escalas do Reino Unido ao comparar os voos operados entre janeiro e outubro de 2026 com a programação prevista de novembro de 2026 até o verão seguinte. As mudanças incluem a saída completa dos mercados de Istambul e Oslo, o encerramento de ligações em diversos aeroportos britânicos e a decisão de interromper todas as operações em Leeds Bradford a partir de 5 de janeiro de 2027. O movimento ocorre enquanto a companhia reduz a capacidade para o inverno de 2026/2027, em meio a custos mais altos, volatilidade do mercado e menor oferta em alguns de seus principais aeroportos no Reino Unido.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 24 de outubro de 2026 às 18:26 UTC
- Categoria
- Aviacao Comercial (AVC)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Aeroporto de Leeds Bradford · 53.8659, -1.6606

A easyJet removeu cerca de 18 rotas sem escalas do Reino Unido ao comparar os voos operados entre janeiro e outubro de 2026 com a programação prevista de novembro de 2026 até o verão seguinte. As mudanças incluem a saída completa dos mercados de Istambul e Oslo, o encerramento de ligações em diversos aeroportos britânicos e a decisão de interromper todas as operações em Leeds Bradford a partir de 5 de janeiro de 2027. O movimento ocorre enquanto a companhia reduz a capacidade para o inverno de 2026/2027, em meio a custos mais altos, volatilidade do mercado e menor oferta em alguns de seus principais aeroportos no Reino Unido.
A retirada de Istambul representa o fim dos voos da easyJet entre a cidade turca e Manchester e Bristol. A companhia havia começado a atender Istambul em 2023, mas informou ao longo de 2026 que encerraria essas operações devido à demanda abaixo do esperado e à forte concorrência. No caso de Manchester, a presença da Turkish Airlines foi citada como um dos fatores competitivos. A empresa também deixou de operar para Oslo a partir de Manchester, mercado no qual enfrentava a concorrência de SAS e Norwegian. Com a saída da capital norueguesa, Tromsø permanece como o único destino da easyJet na Noruega servido a partir do Reino Unido.
A lista de alterações abrange ainda rotas de Liverpool para Barcelona e Viena, de Birmingham para Milão Linate, de Southampton para Paris Orly e Amsterdã, e de London Luton para Almería, Atenas e İzmir. No caso de Amsterdã, o serviço será transferido para Paris Charles de Gaulle, segundo a programação apresentada. Também estão previstas mudanças na rede de Belfast: a ligação entre Belfast City e Palma de Mallorca será deslocada para Belfast International, enquanto Belfast International perderá os voos para Verona e Friedrichshafen. Outras rotas retiradas incluem ligações entre London Southend e Grenoble e entre London Gatwick e Cornwall Newquay.
Leeds Bradford concentra uma das decisões mais amplas. A easyJet planeja encerrar completamente sua presença no aeroporto em 5 de janeiro de 2027. A companhia mantém atualmente serviços para Barcelona, Belfast, Palma de Mallorca, Málaga e Paris Charles de Gaulle, além de uma operação sazonal para Genebra. Os voos para Málaga e Palma de Mallorca devem terminar em novembro, enquanto as demais ligações serão retiradas no início de janeiro. A rota para Genebra, que aparece como sazonal, também deixará de fazer parte da malha. A empresa já havia ampliado sua presença no aeroporto depois de operar inicialmente uma ligação limitada para Genebra.
A saída de Leeds Bradford ocorre em um aeroporto no qual a easyJet enfrenta concorrência significativa. A Jet2, companhia baseada no local, atende Barcelona, Paris Charles de Gaulle, Málaga e Palma de Mallorca, enquanto a Ryanair também opera para Málaga e Palma de Mallorca. De acordo com os dados citados, as duas empresas somam aproximadamente 83,5% da capacidade de assentos do aeroporto. Belfast é apontada como a única rota da easyJet em Leeds Bradford sem concorrência direta entre os aeroportos, embora a Aer Lingus Regional opere para Belfast City com aeronaves ATR 72. Esse cenário ajuda a contextualizar a decisão comercial, mas não estabelece uma causa oficial única para o encerramento.
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