BH Airport usa drones contra incêndios e conquista sexto selo verde
O BH Airport conquistou o sexto reconhecimento Green Airport, concedido pelo Conselho Internacional de Aeroportos da América Latina e do Caribe (ACI-LAC), por um projeto que utiliza drones no monitoramento de áreas aeroportuárias e na prevenção de incêndios. Incorporadas à rotina operacional em 2024, as aeronaves remotamente pilotadas ampliaram a capacidade de inspeção do terminal e de seu entorno, especialmente em regiões extensas ou de difícil acesso. Segundo os dados divulgados, a iniciativa contribuiu para reduzir em 43% as áreas atingidas por incêndios florestais e evitou a emissão anual estimada de 20,4 toneladas de dióxido de carbono equivalente.
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- Fonte
- Aeroflap
- Data
- 13 de outubro de 2026 às 02:35 UTC
- Categoria
- Aeroportos e Hubs (HUB)
- Maturidade
- Nota
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O BH Airport conquistou o sexto reconhecimento Green Airport, concedido pelo Conselho Internacional de Aeroportos da América Latina e do Caribe (ACI-LAC), por um projeto que utiliza drones no monitoramento de áreas aeroportuárias e na prevenção de incêndios. Incorporadas à rotina operacional em 2024, as aeronaves remotamente pilotadas ampliaram a capacidade de inspeção do terminal e de seu entorno, especialmente em regiões extensas ou de difícil acesso. Segundo os dados divulgados, a iniciativa contribuiu para reduzir em 43% as áreas atingidas por incêndios florestais e evitou a emissão anual estimada de 20,4 toneladas de dióxido de carbono equivalente.
Os drones empregados nas inspeções são equipados com câmeras de alta definição e sensores térmicos. Esses recursos permitem identificar focos de calor e áreas de vegetação mais suscetíveis à propagação do fogo antes do deslocamento de equipes terrestres, veículos e equipamentos. Com as imagens obtidas, a operação consegue reunir informações sobre diferentes pontos do perímetro aeroportuário em menos tempo e direcionar os esforços para os locais considerados mais críticos. O material complementar também aponta que a tecnologia é usada no acompanhamento do perímetro e da infraestrutura do aeroporto.
Durante o período de estiagem, o monitoramento tem papel preventivo e operacional. A análise das imagens ajuda a priorizar áreas que exigem atenção, orientar a resposta das equipes e planejar a abertura de aceiros, estruturas destinadas a interromper ou dificultar o avanço das chamas. A vigilância é realizada em conjunto com o Centro de Operações e Emergência do aeroporto, que intensifica o acompanhamento das áreas próximas ao terminal durante a estação seca. Câmeras instaladas no local também integram o sistema de observação e auxiliam na identificação de ocorrências capazes de afetar as operações aéreas.
A prevenção de incêndios é apresentada como uma medida relacionada tanto à proteção ambiental quanto à segurança operacional. Fumaça e fogo nas proximidades de um aeroporto podem exigir atenção das equipes responsáveis pelo funcionamento do terminal, o que torna relevante a detecção antecipada de focos e a obtenção rápida de informações sobre sua localização. O uso de drones permite ampliar o alcance visual das equipes e, conforme o material fornecido, reduzir o tempo necessário para avaliar determinadas situações. A tecnologia também pode diminuir a exposição de profissionais em atividades realizadas em áreas de acesso mais difícil.
Além do combate preventivo às queimadas, os equipamentos podem apoiar o monitoramento de eventos e atender a solicitações de órgãos de segurança pública. A aplicação dos drones, portanto, não se limita à observação de vegetação: ela faz parte de um conjunto mais amplo de ferramentas voltadas ao acompanhamento do perímetro, da infraestrutura e das condições operacionais do aeroporto. O material indica que a rapidez na coleta de informações e a possibilidade de obter imagens de diferentes pontos contribuem para uma gestão mais automatizada e integrada das atividades aeroportuárias.
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