Avião da Gol retorna ao Recife após colisão com pássaro no motor
Um Boeing 737 da Gol Linhas Aéreas, que operava o voo G3 1587 entre o Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes e o Aeroporto Internacional de Guarulhos, precisou voltar ao aeroporto de origem após atingir um pássaro pouco depois da decolagem. A colisão, conhecida na aviação como birdstrike, danificou o motor direito da aeronave. Diante da ocorrência, a tripulação solicitou o retorno a Recife e manteve o controle do avião durante todo o procedimento. O pouso ocorreu às 13h47, no horário local, sem registro de feridos entre passageiros e tripulantes.
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- Fonte
- Pesquisa Web (IA)
- Data
- 16 de outubro de 2026 às 19:57 UTC
- Categoria
- Aeroportos e Hubs (HUB)
- Maturidade
- Nota
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Um Boeing 737 da Gol Linhas Aéreas, que operava o voo G3 1587 entre o Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes e o Aeroporto Internacional de Guarulhos, precisou voltar ao aeroporto de origem após atingir um pássaro pouco depois da decolagem. A colisão, conhecida na aviação como birdstrike, danificou o motor direito da aeronave. Diante da ocorrência, a tripulação solicitou o retorno a Recife e manteve o controle do avião durante todo o procedimento. O pouso ocorreu às 13h47, no horário local, sem registro de feridos entre passageiros e tripulantes.
De acordo com a Aena Brasil, concessionária responsável pelo Aeroporto do Recife, não houve declaração formal de emergência. Ainda assim, foi aplicado o protocolo operacional previsto para situações desse tipo, com prioridade para o pouso da aeronave. A informação indica que o retorno foi conduzido dentro dos procedimentos usuais de segurança, apesar da avaria identificada em um dos motores. Relatos sobre o caso também mencionaram a presença de chamas ou faíscas na região do motor atingido, mas o material fornecido não aponta consequências adicionais para a aeronave durante o voo de retorno.
Antes da aproximação final, o avião permaneceu por cerca de 30 minutos realizando órbitas na região metropolitana do Recife. A medida teve como objetivo reduzir o peso da aeronave por meio da queima de combustível e alcançar parâmetros adequados para a aterrissagem. Esse período prolongou o retorno em relação a um pouso direto, mas fez parte da preparação operacional para a chegada ao aeroporto. Segundo as informações divulgadas, a aeronave continuou sob controle da tripulação e pousou normalmente, sem intercorrências registradas na pista ou durante o desembarque.
Após o pouso, o Boeing 737 foi retirado de operação e encaminhado para inspeção técnica e manutenção. A avaliação deverá verificar a extensão dos danos provocados pela colisão no motor direito. O evento foi classificado pela companhia como um birdstrike, sem indicação, no material disponível, de falha independente da colisão ou de outros fatores que tenham contribuído para o retorno. A manutenção da aeronave passou a ser necessária antes de qualquer nova operação comercial, conforme os procedimentos aplicáveis à verificação de danos em componentes do avião.
A Gol informou que o voo original foi cancelado em razão da ocorrência. Os passageiros receberam orientação para reacomodação em outros voos da companhia, conforme a disponibilidade de assentos e as medidas de assistência previstas para o transporte aéreo. O cancelamento afetou diretamente o deslocamento planejado entre Recife e São Paulo, embora não tenham sido informadas, no material fornecido, a quantidade de passageiros envolvidos nem a duração total dos transtornos para cada cliente.
A administradora do aeroporto informou ainda que a operação do terminal prosseguiu normalmente, sem necessidade de fechamento da pista ou de restrições gerais ao tráfego aéreo provocadas pelo incidente. Assim, os efeitos operacionais ficaram concentrados no voo G3 1587 e no atendimento aos passageiros afetados. O episódio chama atenção para o risco representado pela fauna nas proximidades de aeroportos, especialmente durante as fases de decolagem e subida inicial, quando uma colisão pode exigir mudanças imediatas no plano de voo.
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