Alaska amplia voos internacionais enquanto rotas longas ganham maturidade
A Alaska Airlines vem expandindo rapidamente sua rede de longa distância a partir de Seattle, mas o crescimento ainda pressiona os resultados financeiros e a operação. A companhia registrou prejuízo de US$ 147 milhões no terceiro trimestre e atribuiu o desempenho, em parte, a uma taxa de impostos acima do esperado. O material também relaciona o resultado aos custos e desafios de desenvolver novas rotas intercontinentais. Para o quarto trimestre, a empresa espera uma perda total de US$ 650 milhões, segundo a informação citada no sinal. A avaliação é que os voos recém-lançados podem continuar pesando no curto prazo, até que alcancem níveis mais estáveis de ocupação e receita.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 23 de outubro de 2026 às 22:35 UTC
- Categoria
- Companhias Aereas (CIA)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Londres · 51.5074, -0.1278

A Alaska Airlines vem expandindo rapidamente sua rede de longa distância a partir de Seattle, mas o crescimento ainda pressiona os resultados financeiros e a operação. A companhia registrou prejuízo de US$ 147 milhões no terceiro trimestre e atribuiu o desempenho, em parte, a uma taxa de impostos acima do esperado. O material também relaciona o resultado aos custos e desafios de desenvolver novas rotas intercontinentais. Para o quarto trimestre, a empresa espera uma perda total de US$ 650 milhões, segundo a informação citada no sinal. A avaliação é que os voos recém-lançados podem continuar pesando no curto prazo, até que alcancem níveis mais estáveis de ocupação e receita.
Apesar desse cenário, os indicadores operacionais internacionais apresentaram melhora. A taxa de ocupação da operação internacional aumentou 7,5 pontos no terceiro trimestre, enquanto a receita unitária avançou 24%. O desempenho ainda varia bastante conforme a rota e o tempo de funcionamento de cada serviço. Tóquio-Narita aparece como o trecho de maior ocupação entre os dados apresentados, com 85,9%, após mais de um ano de operação. Seul registrou 81,7%, Reykjavik alcançou 82%, Londres ficou em 74,8% e Roma apresentou 68,1%. Esses números são referentes ao período de 12 meses até julho de 2026, conforme a tabela do material.
Londres é apontada como um dos destaques da expansão, especialmente pela procura nas cabines premium. A ligação entre Seattle-Tacoma e Londres-Heathrow é operada com Boeing 787-9 Dreamliner. O voo AS100 parte de Seattle às 19h40 e chega a Londres às 12h20 do dia seguinte, após 9 horas e 40 minutos. No sentido inverso, o AS101 sai de Heathrow às 14h45 e chega a Seattle às 17h, em uma viagem prevista de 10 horas e 15 minutos. A rota enfrenta concorrência direta de British Airways, Delta Air Lines e Virgin Atlantic, embora a British Airways também seja parceira da Alaska em uma aliança.
A estratégia da Alaska não depende apenas dos passageiros originados na região de Seattle. A companhia pretende usar seu hub local para captar viajantes em conexão, conectando passageiros de outras partes dos Estados Unidos à sua malha internacional. Até o momento descrito no material, a empresa já havia lançado serviços para Londres, Roma, Reykjavik, Seul e Tóquio. Também estavam previstos voos para Atenas e Paris, ampliando a presença da companhia em mercados europeus. A integração com a Hawaiian Airlines é parte importante desse plano, especialmente porque a empresa pretende utilizar aeronaves de fuselagem larga da Hawaiian em novas operações de maior alcance.
As próximas adições anunciadas são Seattle–Osaka e Seattle–Papeete, no Taiti. O serviço para Osaka está programado para começar em 14 de maio de 2027, com quatro frequências semanais, enquanto a ligação para Papeete deve iniciar em 11 de junho de 2027, com três voos por semana durante todo o ano. Ambas serão operadas com aeronaves de longo curso da Hawaiian Airlines dentro do ecossistema comercial e de conectividade da Alaska. A rota para Papeete também deverá permitir conexões no mesmo dia para destinos turísticos como Bora Bora e Moorea, reforçando a presença do grupo no Pacífico Sul.
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