Alaska Airlines encerra operações em três aeroportos
A Alaska Airlines retirou três aeroportos de sua rede ao longo de 2025: Dallas Love Field, nos Estados Unidos, o Aeroporto Internacional Lynden Pindling, em Nassau, nas Bahamas, e o Aeroporto Internacional de Monterrey, no México. A análise da programação completa da companhia indica que nenhum aeroporto deixou de receber aeronaves da empresa em 2026, embora várias rotas tenham sido eliminadas. As mudanças ocorreram em um cenário de expansão da operação total da Alaska, impulsionada também pela incorporação das atividades da Hawaiian Airlines sob o código IATA AS. Em outubro de 2026, a companhia registrava média de 1.503 movimentos diários, entre pousos e decolagens, 24% acima do mesmo mês de 2025.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 29 de outubro de 2026 às 02:42 UTC
- Categoria
- Companhias Aereas (CIA)
- Maturidade
- Materia

A Alaska Airlines retirou três aeroportos de sua rede ao longo de 2025: Dallas Love Field, nos Estados Unidos, o Aeroporto Internacional Lynden Pindling, em Nassau, nas Bahamas, e o Aeroporto Internacional de Monterrey, no México. A análise da programação completa da companhia indica que nenhum aeroporto deixou de receber aeronaves da empresa em 2026, embora várias rotas tenham sido eliminadas. As mudanças ocorreram em um cenário de expansão da operação total da Alaska, impulsionada também pela incorporação das atividades da Hawaiian Airlines sob o código IATA AS. Em outubro de 2026, a companhia registrava média de 1.503 movimentos diários, entre pousos e decolagens, 24% acima do mesmo mês de 2025.
Dallas Love foi o primeiro dos três aeroportos a deixar de ser atendido, em maio de 2025. A Alaska havia assumido essa operação em agosto de 2017, como parte da malha herdada da Virgin America. Antes da saída, o aeroporto era ligado a Los Angeles, Nova Orleans, Nova York-LaGuardia, Portland, San Diego, São Francisco, San José, Seattle e Washington National. A retirada representou o encerramento de uma presença que havia sido incorporada à rede anos antes, mas o material disponível não informa uma justificativa operacional específica para a decisão.
A operação para Nassau terminou em agosto de 2025, menos de dois anos depois do início dos voos. A Alaska havia inaugurado, em 15 de dezembro de 2023, ligações entre Nassau e Seattle, além da rota para Los Angeles. O serviço a partir de Seattle era realizado três vezes por semana com Boeing 737 MAX 9, enquanto a ligação com Los Angeles chegou a contar com quatro frequências semanais, principalmente com o mesmo modelo de aeronave. A rota Seattle–Nassau foi apresentada como a primeira ligação da Alaska com o Caribe e, naquele momento, também como o voo sem escalas mais longo da companhia, com 2.508 milhas náuticas.
Os dados do Departamento de Transportes dos Estados Unidos apontaram desempenho limitado nas duas rotas caribenhas. O trecho de Seattle transportou 18.599 passageiros de e para Nassau e teve ocupação de 59,8%. A ligação com Los Angeles movimentou 41.131 passageiros, com fator de ocupação de 67,2%. Embora o segundo resultado fosse superior, ainda era considerado baixo no contexto apresentado, e as duas rotas foram encerradas em agosto de 2025. O material também registra que as aeronaves e tripulações permaneciam durante a noite no destino caribenho antes do voo de retorno na manhã seguinte.
A terceira saída ocorreu em outubro de 2025, quando a Alaska deixou de operar no Aeroporto Internacional de Monterrey, após iniciar o atendimento em fevereiro do mesmo ano a partir de Los Angeles. A rota tinha quatro voos semanais operados pela SkyWest com jatos Embraer E175 de 76 assentos. Com 1.071 milhas náuticas, era a segunda ligação mais longa da Alaska com E175 partindo de Los Angeles e a nona mais longa da rede total da empresa. Dados do Departamento de Transportes indicaram ocupação de 66,2% dos assentos. O material relaciona esse resultado às tarifas baixas no mercado Los Angeles–Monterrey e ao custo por assento-quilômetro do E175, fatores que podem ter contribuído para a retirada, sem apresentar uma confirmação oficial sobre a causa.
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