Air Canada retira nove rotas do aeroporto de Toronto
A Air Canada retirou de sua programação pelo menos nove rotas sem escalas associadas ao aeroporto Toronto Pearson (YYZ), seu principal centro de operações. O conjunto de mudanças inclui ligações com os Estados Unidos, destinos domésticos no Canadá, quatro cidades cubanas e Zihuatanejo, no México. Entre os cortes mais relevantes estão Toronto–Nova York-JFK, que não será retomada como previsto, e Toronto–Charleston, encerrada após registrar demanda considerada fraca. As alterações ocorrem enquanto a companhia também reorganiza sua capacidade internacional e anuncia novos destinos para as próximas temporadas.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 26 de outubro de 2026 às 01:08 UTC
- Categoria
- Companhias Aereas (CIA)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Aeroporto Toronto Pearson (YYZ) · 43.6777, -79.6248

A Air Canada retirou de sua programação pelo menos nove rotas sem escalas associadas ao aeroporto Toronto Pearson (YYZ), seu principal centro de operações. O conjunto de mudanças inclui ligações com os Estados Unidos, destinos domésticos no Canadá, quatro cidades cubanas e Zihuatanejo, no México. Entre os cortes mais relevantes estão Toronto–Nova York-JFK, que não será retomada como previsto, e Toronto–Charleston, encerrada após registrar demanda considerada fraca. As alterações ocorrem enquanto a companhia também reorganiza sua capacidade internacional e anuncia novos destinos para as próximas temporadas.
Toronto Pearson continua sendo o maior centro da Air Canada e concentra aproximadamente 40% a 50% do movimento da companhia no aeroporto. Em uma semana típica de novembro, a empresa tinha cerca de 1.564 partidas programadas a partir do local. Apesar da redução em algumas rotas, o planejamento inclui novas ligações para destinos na Europa e nas Américas. Para o próximo verão, estão previstos serviços para Oslo, na Noruega, Shannon, na Irlanda, e Nice, na França. A estratégia indica uma redistribuição da oferta, e não uma retirada ampla do aeroporto de Toronto.
No mercado norte-americano, a companhia informou que o voo para Nova York-JFK não retornará ao sistema de reservas na data anteriormente planejada, 25 de outubro. O aeroporto já havia sido retirado da estratégia da empresa em 2016 e voltou a receber a Air Canada em 2023. A companhia mantém presença significativa na região de Nova York por meio de LaGuardia e Newark, com até 34 voos diários a partir de diferentes cidades canadenses. Também foi retirada a ligação Toronto–Charleston, na Carolina do Sul, inaugurada em março de 2024. Dados do Departamento de Transportes dos Estados Unidos indicaram fator de ocupação médio de 66,5% entre março de 2024 e julho de 2026, sem nenhum mês acima de 70%.
A lista de alterações em Toronto também inclui Yellowknife, com encerramento previsto para agosto de 2026, e North Bay, cuja operação terminaria em janeiro. No Caribe, a Air Canada confirmou que não retomará por prazo indefinido suas operações regulares para Cuba. A decisão abrange Cayo Coco, Varadero, Holguín e Santa Clara, rotas que tinham frequências semanais distintas a partir de Toronto. A suspensão inicial ocorreu depois de Cuba informar que o combustível de aviação Jet A-1 deixaria de estar disponível comercialmente nos aeroportos do país, em meio a interrupções no abastecimento de petróleo. A companhia chegou a realizar voos sem passageiros no sentido sul para transportar aproximadamente 3.000 turistas canadenses de volta ao país.
A restrição de combustível, que inicialmente deveria durar até 11 de março, não foi superada a tempo de permitir a retomada normal dos voos. Em junho, a empresa adiou indefinidamente o reinício das operações cubanas. WestJet e Air Transat também acabaram suspendendo completamente seus serviços para a ilha, depois de tentarem manter as operações por meio de alternativas. Além das rotas cubanas, Zihuatanejo, no México, aparece entre os serviços retirados da programação, com encerramento previsto para abril de 2026. Informações complementares também apontam outros ajustes na rede canadense, americana e caribenha, incluindo mudanças em Vancouver e Montreal, mas esses cortes não são necessariamente parte do grupo de nove rotas associado a Toronto.
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