Rolls-Royce
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Rolls-Royce atualiza motor do A350 com economia de US$ 10 mi anuais
A Rolls-Royce revelou uma nova atualização para o motor Trent XWB, que equipa as aeronaves Airbus A350, prometendo uma economia de até US$ 10 milhões por ano para as companhias aéreas. O Trent XWB é um dos motores mais utilizados na aviação mundial e já se destaca pelo menor consumo de combustível entre os concorrentes diretos. A melhoria reforça a eficiência operacional da família A350, com impacto direto nos custos de operação das frotas de longo curso.
MateriaBoeing, Lufthansa e Rolls-Royce testam tecnologia de economia de combustível em 787
A Boeing, em parceria com a Lufthansa e a Rolls-Royce, iniciou testes com sua aeronave 787 ecoDemonstrator em Montana, nos Estados Unidos. O programa avaliará um novo sistema de entrada de ar (Next Generation Inlet) e trajetórias de voo baseadas em algoritmos, com o objetivo de reduzir o consumo de combustível e o ruído das operações. Os voos devem se estender até meados de agosto na aeronave 787-9, que será posteriormente entregue à Lufthansa.
MateriaRolls-Royce estima 7 anos para motor do Airbus A350-2000
A Rolls-Royce avalia que uma possível versão alongada do Airbus A350, informalmente chamada de A350-2000, exigiria um período de desenvolvimento de motor de até sete anos. A declaração foi feita pela fabricante britânica de motores em meio às discussões sobre o próximo avião-flagship da Airbus, indicando que o alongamento da aeronave não dependeria apenas de mudanças estruturais na fuselagem, mas também de uma nova plataforma propulsora.
MateriaRolls-Royce amplia durabilidade do motor Trent 1000
A Rolls-Royce afirma que o padrão Trent 1000 XE pode alcançar até três vezes mais tempo em operação entre visitas de manutenção do que o Trent 1000 TEN. Para alguns clientes, o intervalo poderia chegar a seis anos, segundo o presidente-executivo Tufan Erginbilgiç. A melhoria busca reverter um histórico de problemas de durabilidade que afetou a operação de aeronaves Boeing 787, gerou custos superiores a US$ 3 bilhões para a fabricante e contribuiu para que a General Electric conquistasse aproximadamente dois terços do mercado de motores do 787. O novo padrão combina alterações na turbina, no sistema de combustão, no controle eletrônico e nos revestimentos, em um programa dividido em duas fases certificadas.
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