Incêndio em motor leva à evacuação de A320 da LATAM em Lima
Um Airbus A320 da LATAM Airlines Perú foi retirado de serviço após um incêndio na região do motor esquerdo enquanto se preparava para realizar o voo LA2302, de Lima para Piura, no norte do Peru. O incidente ocorreu antes da decolagem, no Aeroporto Internacional Jorge Chávez, e provocou a retirada preventiva dos passageiros e da tripulação. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram chamas intensas e fumaça ao redor do motor e da asa esquerda. Equipes de emergência do aeroporto foram acionadas e atuaram no combate ao fogo. Não há registro de feridos, e a causa do incêndio ainda não foi divulgada. A aeronave permanece sob avaliação técnica antes de qualquer eventual retorno às operações comerciais.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 20 de outubro de 2026 às 22:15 UTC
- Categoria
- Incidentes e Seguranca (SEG)
- Maturidade
- Materia
- Geolocalização editorial
- Aeroporto Internacional Jorge Chávez · -12.0219, -77.1143

Um Airbus A320 da LATAM Airlines Perú foi retirado de serviço após um incêndio na região do motor esquerdo enquanto se preparava para realizar o voo LA2302, de Lima para Piura, no norte do Peru. O incidente ocorreu antes da decolagem, no Aeroporto Internacional Jorge Chávez, e provocou a retirada preventiva dos passageiros e da tripulação. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram chamas intensas e fumaça ao redor do motor e da asa esquerda. Equipes de emergência do aeroporto foram acionadas e atuaram no combate ao fogo. Não há registro de feridos, e a causa do incêndio ainda não foi divulgada. A aeronave permanece sob avaliação técnica antes de qualquer eventual retorno às operações comerciais.
O voo LA2302 era um serviço doméstico com destino a Piura. Relatos identificam o avião como um Airbus A320-214 de matrícula CC-BFS, equipado com sharklets e motores CFM International CFM56-5B4/3. A aeronave teria sido fabricada em 2013, embora a companhia não tenha confirmado publicamente todos esses dados nem divulgado um relatório técnico detalhado sobre o episódio. O fogo foi observado quando o avião ainda estava em solo, durante a preparação para a partida ou o taxiamento, conforme os relatos disponíveis. Essa circunstância permitiu que os ocupantes desembarcassem antes da decolagem, sem a necessidade de uma evacuação durante uma corrida de pista.
As gravações feitas no aeroporto indicam que as chamas se concentraram na área externa do motor esquerdo e alcançaram visualmente setores próximos da asa. Um vídeo registrado de dentro da cabine mostra o fogo do lado de fora enquanto os passageiros ainda estavam a bordo. No entanto, as imagens não permitem determinar se o incêndio começou no interior do motor, em um componente adjacente ou em outro sistema próximo. Também não há base, até o momento, para atribuir o caso a uma falha específica, vazamento ou defeito mecânico determinado. A LATAM classificou o episódio como um evento técnico imprevisto e informou que seus procedimentos de segurança foram ativados após a ocorrência.
Depois do desembarque, os passageiros afetados receberam assistência da companhia e foram reacomodados em outros voos para concluir a viagem. Relatos indicam que uma aeronave substituta realizou posteriormente o trajeto até Piura, embora a LATAM não tenha divulgado uma descrição completa da operação nem o número total de pessoas que estavam a bordo do A320. O voo originalmente programado não foi concluído pelo avião envolvido no incêndio. O órgão peruano de defesa do consumidor, Indecopi, informou que acompanhava a assistência prestada no aeroporto e a comunicação aos viajantes sobre as alternativas de reacomodação. As operações gerais do aeroporto prosseguiram após o atendimento da ocorrência.
A próxima etapa depende de uma inspeção técnica do motor, da nacele, dos sistemas próximos e das estruturas adjacentes da asa. Conforme a origem e a intensidade do fogo, a avaliação poderá incluir componentes do motor, sistemas elétricos e de combustível, registros de manutenção e eventuais danos causados pelo calor. Peças afetadas deverão ser reparadas ou substituídas, e a aeronave precisará atender aos requisitos aplicáveis de aeronavegabilidade antes de voltar ao serviço. A análise também deverá estabelecer onde o fogo começou e quais sistemas foram atingidos. Até que a companhia ou as autoridades peruanas divulguem conclusões, não existe uma causa confirmada nem um prazo definido para o retorno do avião às operações.
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