A Força Aérea Real Dinamarquesa (RDAF) realizou, entre os meses de abril e maio, uma série de exercícios de combate aére
A Força Aérea Real Dinamarquesa (RDAF) realizou, entre os meses de abril e maio, uma série de exercícios de combate aéreo utilizando serviços de 'agressores' fornecidos externamente. A iniciativa visou testar a eficácia de demonstrações comerciais para o treinamento de seus pilotos. Para a operação, a operadora privada Top Aces mobilizou aeronaves dos modelos Skyhawk e Alpha Jet. Essas máquinas atuaram como adversários simulados, desafiando a performance e as táticas dos caças de quinta geração Lockheed Martin F-35A da Dinamarca. O treinamento faz parte de um modelo de contratação de serviços especializados, permitindo que forças aéreas mantenham altos níveis de prontidão operacional sem a necessidade de dedicar a totalidade de sua própria frota para papéis de oposição em simulações de combate.
Use para compartilhar ou copiar a URL canônica da matéria.
- Fonte
- FlightGlobal
- Data
- 26 de junho de 2026 às 18:30 UTC
- Categoria
- Defesa e Militar (DEF)
- Maturidade
- Nota
Nota editorial
Tema sensível publicado para acompanhamento editorial. O administrador pode revisar e ajustar depois da publicação.
Imagem editorial indisponível
Esta matéria ainda não possui imagem de destaque validada pela redação.
A Força Aérea Real Dinamarquesa (RDAF) realizou, entre os meses de abril e maio, uma série de exercícios de combate aéreo utilizando serviços de 'agressores' fornecidos externamente. A iniciativa visou testar a eficácia de demonstrações comerciais para o treinamento de seus pilotos.
Para a operação, a operadora privada Top Aces mobilizou aeronaves dos modelos Skyhawk e Alpha Jet. Essas máquinas atuaram como adversários simulados, desafiando a performance e as táticas dos caças de quinta geração Lockheed Martin F-35A da Dinamarca.
O treinamento faz parte de um modelo de contratação de serviços especializados, permitindo que forças aéreas mantenham altos níveis de prontidão operacional sem a necessidade de dedicar a totalidade de sua própria frota para papéis de oposição em simulações de combate.
Impacto no Brasil: O impacto direto é inexistente, porém, a tendência global de contratação de serviços comerciais de 'adversary air' (agressores) pode servir de referência para a Força Aérea Brasileira (FAB), especialmente no contexto de otimização de custos de treinamento para a frota de caças Gripen F.
Publicado originalmente por FlightGlobal, disponível em https://www.flightglobal.com/archive/2026/06/skyhawks-and-alpha-jets-from-top-aces-fly-adversary-air-for-danish-f-35as/
Relacionados
Mesma editoria
Materia
Boeing 747SP N747A, que voou pela NASA e Braniff, é desmontado para
O Boeing 747SP de matrícula N747A, uma das apenas 45 unidades produzidas desta variante encurtada do jumbo, teve uma trajetória operacional diversificada ao longo de sua vida útil. A aeronave chegou a operar pela Braniff, foi utilizada pela varejista de eletrônicos Fry's Electronics e também prestou serviços à NASA, em missões que incluíram o transporte do telescópio SOFIA (Stratospheric Observatory for Infrared Astronomy). Após décadas de operação em diferentes configurações, o avião foi finalmente destinado ao desmanche para reaproveitamento de componentes, encerrando um capítulo raro da história da aviação comercial e científica.
DEF · Severidade 1
Mesma editoria
Nota
Canadá perde acesso a link de dados dos EUA que afeta GlobalEye e F-35
O Canadá adquiriu o sistema GlobalEye da Saab e prevê complementar sua frota com caças Gripen e F-35. No entanto, a falta de acesso ao link de dados dos EUA pode comprometer a interoperabilidade e eficiência dessas aeronaves em operações conjuntas. Essa limitação tecnológica pode impactar a capacidade canadense de integrar completamente seus novos equipamentos com parceiros estratégicos, gerando desafios para missões conjuntas e comando tático em tempo real.
DEF · Severidade 1