Smiles oferece voos em classe executiva a partir de 66.500 milhas
Uma seleção de oportunidades de resgate no programa Smiles reúne cinco voos internacionais em classe executiva com valores a partir de 66.500 milhas. As opções partem de cidades brasileiras e incluem destinos na América do Sul, América do Norte, África e Europa. O menor preço identificado corresponde ao trecho entre São Paulo (GRU) e Buenos Aires (EZE), enquanto as alternativas mais caras da lista chegam a 499.500 milhas para uma viagem entre São Paulo e Paris. As taxas aeroportuárias e demais encargos também variam conforme a rota, com valores encontrados entre R$ 103,59 e R$ 362,44. Como se trata de uma curadoria baseada em pesquisas de disponibilidade, os preços não representam uma tabela fixa do programa.
Use para compartilhar ou copiar a URL canônica da matéria.
- Data
- 23 de outubro de 2026 às 00:00 UTC
- Categoria
- Rotas e Aliancas (RTA)
- Maturidade
- Nota
Imagem editorial indisponível
Esta matéria ainda não possui imagem de destaque validada pela redação.
Uma seleção de oportunidades de resgate no programa Smiles reúne cinco voos internacionais em classe executiva com valores a partir de 66.500 milhas. As opções partem de cidades brasileiras e incluem destinos na América do Sul, América do Norte, África e Europa. O menor preço identificado corresponde ao trecho entre São Paulo (GRU) e Buenos Aires (EZE), enquanto as alternativas mais caras da lista chegam a 499.500 milhas para uma viagem entre São Paulo e Paris. As taxas aeroportuárias e demais encargos também variam conforme a rota, com valores encontrados entre R$ 103,59 e R$ 362,44. Como se trata de uma curadoria baseada em pesquisas de disponibilidade, os preços não representam uma tabela fixa do programa.
O destaque de menor custo em milhas é o trecho São Paulo–Buenos Aires, oferecido por 66.500 milhas para determinados participantes do Smiles. Em outra condição de resgate indicada para a mesma rota, o valor chega a 70.000 milhas para os demais clientes, diferença associada às categorias de relacionamento do programa. A publicação também registra taxas próximas de R$ 257,70 ou R$ 263,19 para esse itinerário, conforme a pesquisa considerada. A rota regional aparece como a porta de entrada da seleção, com custo inferior ao das opções de maior distância. A disponibilidade mencionada é pontual, e a emissão depende da data consultada e das regras aplicáveis ao passageiro.
Entre os demais exemplos está o trajeto de São Paulo a Santiago, no Chile, encontrado por 93.400 milhas para clientes do Clube Smiles ou da categoria Diamante. Para outros participantes, o valor informado é de 99.000 milhas. A lista também inclui uma opção entre Porto Alegre e a Cidade do Panamá, com preço de 129.000 milhas e taxas de R$ 157,49. Esses exemplos mostram que o custo em milhas pode variar mesmo em deslocamentos dentro do continente sul-americano, conforme a origem, o destino, a disponibilidade e o perfil do cliente no programa. A matéria apresenta os valores como oportunidades localizadas, e não como referência permanente para todos os períodos.
Nas rotas para a América do Norte, aparecem alternativas com origem no Rio de Janeiro. Um dos exemplos liga o aeroporto do Galeão a Orlando, com resgate indicado em 165.800 milhas e taxas de R$ 362,44. Também foram identificadas opções entre o Rio de Janeiro e Toronto, com valores próximos de 196.700 ou 206.600 milhas, dependendo da consulta, e taxas de R$ 103,59. A diferença entre os valores registrados reforça que a precificação pode mudar conforme a disponibilidade pesquisada. Os trechos para Orlando e Toronto ampliam a seleção para além das rotas regionais e mostram que a classe executiva também estava disponível em viagens de maior distância.
A curadoria ainda reúne voos para destinos africanos. O trecho entre São Paulo e Joanesburgo foi encontrado por 209.400 milhas em uma das pesquisas e por 213.500 milhas em outra, com taxas de R$ 108,61. Também há referência a uma opção entre São Paulo e a Cidade do Cabo, sem valor detalhado no resumo disponível. Esses exemplos indicam a presença de itinerários intercontinentais entre as oportunidades examinadas, mas não permitem concluir que os assentos estejam disponíveis de forma contínua. A quantidade de milhas exigida para essas rotas é significativamente superior à do trecho entre São Paulo e Buenos Aires, refletindo a diferença de distância e as condições encontradas no programa.
Relacionados
Mesma editoria
Nota
Companhias reorganizam rotas e hubs para as temporadas de 2026 e 2027
Companhias aéreas estão ajustando suas redes internacionais para as temporadas de inverno de 2026 e verão de 2027, em um movimento que combina novos destinos, retomadas e alterações de frequência. O panorama inclui a ligação Almaty–Tóquio Narita, da Air Astana, e a rota Riade–Jacarta, da Riyadh Air, além de uma série de expansões anunciadas por grupos e empresas da Europa e dos Estados Unidos. As mudanças indicam uma tentativa de reposicionar hubs, ampliar opções em mercados secundários e adaptar a oferta à demanda prevista para diferentes períodos do ano.
RTA · Severidade 1
Mesma editoria
Nota
FLY91 incluirá Navi Mumbai em sua rede no inverno indiano
A companhia aérea regional indiana FLY91 planeja incluir o Aeroporto Internacional de Navi Mumbai em sua malha durante a temporada de inverno de 2026-27. A partir do novo aeroporto, a empresa pretende operar voos para Sindhudurg, Jalgaon, Goa e Agatti, nas ilhas Lakshadweep. A expansão ampliará a presença da companhia no estado de Maharashtra e acompanhará o crescimento da infraestrutura aeroportuária da região de Mumbai. Com a entrada de Navi Mumbai, a FLY91 passará a atender 14 destinos, dos quais cinco estarão localizados em Maharashtra.
RTA · Severidade 1