British Airways 777 retorna a Heathrow após descida de emergência
Um Boeing 777-200ER da British Airways, que realizava o voo BA295 de Londres-Heathrow para Chicago, retornou ao aeroporto de origem em 5 de outubro de 2026 após uma descida de emergência sobre o mar da Irlanda. A aeronave, registrada como G-VIIA, voava a cerca de 36.000 pés quando a tripulação iniciou a descida, aproximadamente 40 milhas náuticas ao sul de Dublin. As informações disponíveis associam o procedimento a uma possível perda de pressurização da cabine. A companhia aérea confirmou apenas que o retorno ocorreu devido a um problema técnico e informou que o pouso foi realizado em segurança. Não houve relato de feridos entre passageiros ou tripulantes.
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- Fonte
- AeroTime
- Data
- 8 de outubro de 2026 às 00:58 UTC
- Categoria
- Fabricantes e Industria (IND)
- Maturidade
- Nota
- Geolocalização editorial
- London Heathrow Airport · 51.4707, -0.4599
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Um Boeing 777-200ER da British Airways, que realizava o voo BA295 de Londres-Heathrow para Chicago, retornou ao aeroporto de origem em 5 de outubro de 2026 após uma descida de emergência sobre o mar da Irlanda. A aeronave, registrada como G-VIIA, voava a cerca de 36.000 pés quando a tripulação iniciou a descida, aproximadamente 40 milhas náuticas ao sul de Dublin. As informações disponíveis associam o procedimento a uma possível perda de pressurização da cabine. A companhia aérea confirmou apenas que o retorno ocorreu devido a um problema técnico e informou que o pouso foi realizado em segurança. Não houve relato de feridos entre passageiros ou tripulantes.
Durante o evento, as máscaras de oxigênio foram liberadas no interior da cabine, como mostram imagens feitas por passageiros. A medida é compatível com uma situação de perda ou redução da pressão interna em altitude elevada, embora o material disponível não identifique qual componente ou sistema teria apresentado falha. O procedimento permitiu que os ocupantes tivessem acesso ao oxigênio enquanto a aeronave era conduzida para uma altitude mais baixa. A British Airways não divulgou, nas informações consultadas, uma causa técnica detalhada para o incidente.
O relatório operacional descreve uma descida de aproximadamente 27.000 pés ao longo de cerca de sete minutos. A taxa média calculada para o procedimento foi de aproximadamente 3.800 pés por minuto, até que o avião se estabilizasse por volta de 9.000 pés. A tripulação também transmitiu o código 7700 no transponder, sinal internacional utilizado para indicar uma emergência geral. Relatos de acompanhamento do voo indicaram que o Boeing 777 permaneceu durante algum tempo em circuitos nas proximidades do sudoeste da Grã-Bretanha antes de prosseguir para Heathrow. Também foi informado que a aeronave pode ter realizado alijamento de combustível, mas esse procedimento não foi confirmado pela companhia no material consultado.
A sequência foi descrita em alguns relatos como uma queda ou mergulho, mas os dados disponíveis caracterizam o episódio como uma descida de emergência iniciada pelos pilotos depois de um problema relacionado à pressão da cabine. O avião não perdeu o controle e, após atingir uma altitude mais baixa, continuou o retorno ao aeroporto londrino. Uma das coberturas informou que o pouso ocorreu por volta das 17h, no horário local, enquanto o relato principal indicou que a aeronave aterrissou mais tarde naquela tarde. Após a chegada, os passageiros desembarcaram normalmente, e a companhia afirmou que suas equipes trabalhavam para reorganizar os planos de viagem dos clientes.
Incidentes de pressurização já foram registrados em outros voos comerciais e também podem levar à liberação das máscaras e à descida para uma altitude compatível com a respiração sem assistência suplementar. Em janeiro de 2023, um Boeing 737 da Kenya Airways passou por situação semelhante, desceu para 10.000 pés e pousou em segurança em Mombaça. Em fevereiro de 2024, um Airbus A320 da Indonesia AirAsia enfrentou problemas de pressurização em dois dias consecutivos, com descidas de emergência nos dois voos. Não houve feridos nos casos citados. Esses episódios servem apenas como contexto operacional; o material disponível não estabelece relação entre eles e o voo BA295.
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