Avião safari faz pouso de emergência após colisão com zebra
Um Embraer EMB-120 Brasilia, com 30 pessoas a bordo, realizou um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Kilimanjaro, na Tanzânia, depois de supostamente atingir uma zebra durante a decolagem do aeródromo de Seronera, no Parque Nacional do Serengeti. O voo tinha Zanzibar como destino e transportava 26 passageiros e quatro tripulantes. Todos os ocupantes deixaram a aeronave sem ferimentos, segundo os relatos disponíveis. A colisão teria provocado danos que impediram a extensão completa do trem de pouso principal, levando a tripulação a alterar o plano de voo e seguir para uma pista considerada mais adequada à emergência.
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- Fonte
- AeroTime
- Data
- 23 de outubro de 2026 às 00:00 UTC
- Categoria
- Fabricantes e Industria (IND)
- Maturidade
- Nota
- Geolocalização editorial
- Kilimanjaro International Airport · -3.4270, 37.0735
Imagem editorial indisponível
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Um Embraer EMB-120 Brasilia, com 30 pessoas a bordo, realizou um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Kilimanjaro, na Tanzânia, depois de supostamente atingir uma zebra durante a decolagem do aeródromo de Seronera, no Parque Nacional do Serengeti. O voo tinha Zanzibar como destino e transportava 26 passageiros e quatro tripulantes. Todos os ocupantes deixaram a aeronave sem ferimentos, segundo os relatos disponíveis. A colisão teria provocado danos que impediram a extensão completa do trem de pouso principal, levando a tripulação a alterar o plano de voo e seguir para uma pista considerada mais adequada à emergência.
O incidente ocorreu em 4 de outubro de 2026, durante a partida do voo de Seronera para Zanzibar. A aeronave, identificada pelo registro 5H-HLL, apresentou o problema no trem de pouso enquanto se preparava para a aproximação ao Aeroporto Internacional de Kilimanjaro. As informações publicadas divergem sobre a extensão exata da falha: alguns relatos indicam que o trem principal não conseguiu baixar completamente, enquanto outros mencionam o recolhimento do conjunto durante o pouso. Em razão da limitação, os pilotos optaram por realizar uma aterrissagem de emergência com a parte inferior da aeronave em contato com a pista.
Imagens divulgadas pela imprensa local mostram o avião deslizando pela pista de Kilimanjaro após o pouso. O material disponível descreve a operação como um pouso de barriga, sem registro de ferimentos entre passageiros e tripulantes. A aeronave sofreu danos substanciais, embora as informações fornecidas não detalhem quais componentes, além do trem de pouso, foram afetados. A escolha de Kilimanjaro permitiu que a tripulação utilizasse uma pista pavimentada e mais longa, com equipes de emergência posicionadas para apoiar a operação, conforme os relatos sobre o atendimento ao caso.
A autoridade aeroportuária confirmou que a aeronave atingiu um “animal de casco” durante a partida. Veículos locais identificaram o animal como uma zebra e informaram que ele morreu no local. A identificação específica é apresentada nas reportagens como resultado de relatos locais, enquanto a confirmação citada da autoridade utiliza uma descrição mais genérica. O episódio ocorreu em uma área de operação aeronáutica situada dentro ou próxima ao ambiente do Serengeti, onde a presença de animais nas proximidades de pistas é um elemento diretamente relacionado ao relato da colisão, sem que tenham sido divulgadas conclusões oficiais sobre as circunstâncias do evento.
Após o pouso, o Aeroporto Internacional de Kilimanjaro permaneceu fechado por aproximadamente cinco horas para que as equipes removessem a aeronave da pista e realizassem os procedimentos necessários. Os voos foram retomados às 16h30, no horário local, segundo as informações publicadas sobre a operação aeroportuária. Não foram relatados cancelamentos adicionais, atrasos específicos ou outras consequências operacionais além do período de interdição mencionado. Também não há, no material fornecido, indicação de que passageiros ou tripulantes tenham necessitado de atendimento médico após a saída da aeronave.
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