American troca ônibus por voos entre South Bend e Chicago
A American Airlines substituiu o serviço rodoviário entre o Aeroporto Regional de South Bend (SBN) e o Aeroporto Internacional O’Hare de Chicago (ORD) por voos operados com aeronaves Bombardier CRJ-700. A mudança entrou em vigor em 5 de outubro de 2026, após o encerramento das últimas viagens dos ônibus Landline, que conectavam os dois aeroportos desde outubro de 2025. A nova operação terá três frequências diárias em cada sentido, realizadas pela SkyWest Airlines sob a marca American Eagle. Embora a rota tenha apenas 84 milhas, ou 135 quilômetros, ela passou a ser o segundo trecho doméstico regular mais curto da American atendido por jatos, atrás da ligação de 67 milhas entre Chicago e Milwaukee.
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- Fonte
- Simple Flying
- Data
- 9 de outubro de 2026 às 21:55 UTC
- Categoria
- Companhias Aereas (CIA)
- Maturidade
- Nota
- Geolocalização editorial
- Chicago · 41.8781, -87.6298

A American Airlines substituiu o serviço rodoviário entre o Aeroporto Regional de South Bend (SBN) e o Aeroporto Internacional O’Hare de Chicago (ORD) por voos operados com aeronaves Bombardier CRJ-700. A mudança entrou em vigor em 5 de outubro de 2026, após o encerramento das últimas viagens dos ônibus Landline, que conectavam os dois aeroportos desde outubro de 2025. A nova operação terá três frequências diárias em cada sentido, realizadas pela SkyWest Airlines sob a marca American Eagle. Embora a rota tenha apenas 84 milhas, ou 135 quilômetros, ela passou a ser o segundo trecho doméstico regular mais curto da American atendido por jatos, atrás da ligação de 67 milhas entre Chicago e Milwaukee.
O serviço anterior utilizava quatro ônibus por dia em cada direção, com capacidade para 35 passageiros por veículo. Com isso, eram oferecidos 140 assentos diários em cada sentido. A substituição reduziu o número de partidas para três, mas elevou a oferta total para 195 assentos por direção, um aumento de aproximadamente 39%. Os CRJ-700 contam com 65 lugares e configuração de duas classes, permitindo que os passageiros de South Bend tenham acesso, pela primeira vez nessa ligação, a uma cabine premium. A operação também transforma em voo convencional um serviço que até então dependia exclusivamente do transporte rodoviário.
A conexão fazia parte da estratégia Landline da American, modelo no qual trechos terrestres são integrados ao sistema de reservas da companhia como segmentos de viagem. Antes de embarcar nos ônibus, os passageiros precisavam despachar a bagagem e passar pelo controle de segurança no aeroporto de origem. Os veículos tinham 35 assentos de couro em configuração 2-1, Wi-Fi gratuito e permitiam o acúmulo das mesmas milhas AAdvantage associadas a um voo. Depois do trajeto rodoviário, os viajantes eram conduzidos diretamente à área segura de O’Hare, evitando novo procedimento de inspeção no aeroporto de conexão.
Segundo Mike Daigle, presidente-executivo do aeroporto de South Bend, a procura pela ligação com O’Hare foi o motivo para a ampliação da operação. A conexão oferece aos passageiros acesso, com uma escala, a mais de 350 destinos da rede da American Airlines. South Bend e Rockford foram os dois primeiros mercados conectados por Landline a O’Hare, em uma extensão do modelo que a companhia já havia desenvolvido ao redor do Aeroporto Internacional da Filadélfia. A experiência permitiu testar a demanda desses mercados sem a alocação inicial de aeronaves e tripulações dedicadas. Com a conversão de South Bend em rota aérea, a empresa passou a indicar que o conceito também pode servir como etapa de desenvolvimento de novos alimentadores de hubs.
A evolução de South Bend contrasta com o destino de Rockford. Enquanto o primeiro passou a receber três voos diários com jatos, o serviço rodoviário para o Aeroporto Internacional de Rockford (RFD) foi encerrado em 4 de outubro de 2026. A ligação de South Bend também entra em um mercado competitivo: a United Airlines já opera oito voos diários entre O’Hare e South Bend, depois de elevar sua oferta de seis para oito frequências no ano anterior. A American, portanto, passa a disputar diretamente esse fluxo de passageiros com uma operação de menor frequência, porém com mais assentos por partida e cabine de duas classes.
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